PSB tenta estancar migração interna para PTB

A morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) em um acidente de avião em Santos (SP), no dia 13 de agosto, tem mexido profundamente na disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco; desde a tragédia, a legenda socialista já contabiliza a perda de sete municípios que estavam fechado com a candidatura de Paulo Câmara (PSB) para o adversário Armando Monteiro Neto (PTB); a maior baixa veio do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão, José Aglailson (PSB), um socialista histórico; no caso de Vitória de Santo Antão a perda é significativa, além da referência partidária, o município é o terceiro maior colégio eleitoral do interior do Estado

A morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) em um acidente de avião em Santos (SP), no dia 13 de agosto, tem mexido profundamente na disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco; desde a tragédia, a legenda socialista já contabiliza a perda de sete municípios que estavam fechado com a candidatura de Paulo Câmara (PSB) para o adversário Armando Monteiro Neto (PTB); a maior baixa veio do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão, José Aglailson (PSB), um socialista histórico; no caso de Vitória de Santo Antão a perda é significativa, além da referência partidária, o município é o terceiro maior colégio eleitoral do interior do Estado
A morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) em um acidente de avião em Santos (SP), no dia 13 de agosto, tem mexido profundamente na disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco; desde a tragédia, a legenda socialista já contabiliza a perda de sete municípios que estavam fechado com a candidatura de Paulo Câmara (PSB) para o adversário Armando Monteiro Neto (PTB); a maior baixa veio do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão, José Aglailson (PSB), um socialista histórico; no caso de Vitória de Santo Antão a perda é significativa, além da referência partidária, o município é o terceiro maior colégio eleitoral do interior do Estado (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) em um acidente de avião em Santos (SP), no dia 13 de agosto, tem mexido profundamente na disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco. Desde a tragédia, a legenda socialista já contabiliza a perda de sete municípios que estavam fechado com a candidatura de Paulo Câmara (PSB) para o adversário Armando Monteiro Neto (PTB).

A maior baixa veio do ex-prefeito de Vitória de Santo Antão, José Aglailson (PSB). Aglailson é considerado um socialista histórico, sendo muito ligado ao ex-governador e avô de Campos, Miguel Arraes. A mudança no cenário, que tinha Campos como a figura central responsável pelas costuras e alianças do PSB na maioria dos 184 municípios pernambucanos associada ao fato de Câmara ainda ser desconhecido de boa parte do eleitorado, é uma das justificativas para as defecções. No caso de Vitória de Santo Antão a perda é significativa, já que a cidade é o terceiro maior colégio eleitoral do interior do Estado.

Também tem pesado na decisão para mudar de palanque o fato da candidatura de Armando Monteiro ao Palácio do Campo das Princesas ter dois apoiadores de peso: a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tanto Lula quanto Dilma possuem um capital eleitoral junto ao Nordeste de extrema importância para o PT.

A Região assegurou uma vantagem de mais de 10 milhões de votos para a petista nas últimas eleições, o que lhe assegurou a vitória nas urnas nas eleições de 2010. Parte deste potencial é atribuído ao sucesso de programas sociais e de transferência de renda, como o Bolsa Família.
Para tentar estancar uma possível sangria em direção a candidatura adversária, as fichas do PSB estão depositadas na expectativa de que a comoção gerada com a morte trágica de Campos repercuta nas pesquisas de intenção de voto.

Neste sentido, a campanha de Paulo Câmara já tem o que trabalhar até a data das eleições. A última pesquisa do Instituto de Pesquisas Maurício de Nassau (IPMN), em parceria com o portal Leia Já, divulgada no último final de semana, aponta que Câmara passou de 11% para 29%. Já a candidatura de Armando Monteiro Neto caiu de 43% para 38%.

Se este crescimento será o suficiente para estancar a migração de bases do PSB para PTB ainda não se sabe, mas os novos indicadores, caso se mantenham em alta, servirão para acalmar os ânimos dentro da Frente Popular, uma coalização formada por 21 partidos e que se encontra órfã desde a morte de Eduardo Campos.

 

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