PSC deixa base de Dilma e adere à oposição

Líder do PSC na Câmara, o deputado federal André Moura (SE) informou, através do seu Twitter, nesta quarta (12), que a bancada do partido, formada por nove deputados e pelo senador Eduardo Amorim, "de forma unânime" deixará a base de sustentação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e migrará para a oposição; ontem, na votação do pedido de investigação sobre a Petrobras, o PSC votou fechado contra o governo

Líder do PSC na Câmara, o deputado federal André Moura (SE) informou, através do seu Twitter, nesta quarta (12), que a bancada do partido, formada por nove deputados e pelo senador Eduardo Amorim, "de forma unânime" deixará a base de sustentação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e migrará para a oposição; ontem, na votação do pedido de investigação sobre a Petrobras, o PSC votou fechado contra o governo
Líder do PSC na Câmara, o deputado federal André Moura (SE) informou, através do seu Twitter, nesta quarta (12), que a bancada do partido, formada por nove deputados e pelo senador Eduardo Amorim, "de forma unânime" deixará a base de sustentação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e migrará para a oposição; ontem, na votação do pedido de investigação sobre a Petrobras, o PSC votou fechado contra o governo (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - O líder do PSC na Câmara, o deputado federal André Moura (SE), informou, através do seu Twitter, nesta quarta-feira (12), que a bancada do partido, formada por nove deputados e pelo senador Eduardo Amorim (pré-candidato a governador de Sergipe), irá deixar a base de sustentação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e irá aderir à oposição. 

Segundo André Moura, a decisão foi tomada de forma unânime por toda a bancada federal. Na votação de ontem, do pedido de investigação sobre a Petrobras, o PSC votou fechado com a oposição, contra o governo. O PSC é um dos partidos que integra o blocão, grupo de partidos independentes na Câmara, liderado pelo PMDB. 

André Moura fará um discurso nesta tarde para justificar a decisão. No campo eleitoral, o partido pensa em lançar o seu presidente, o pastor Everaldo, à disputa pela presidência da República. O partido ganhou notoriedade nacional, por ter em suas fileiras o polêmico deputado federal Marco Feliciano (SP), que presidiu a Comissão de Direitos Humanos no ano passado.

 

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