PSD pernambucano quer apoiar Campos e não Dilma

A consulta feita aos diretórios estaduais do PSD devem garantir o apoio do partido à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) na maioria dos estados, mas em alguns a tendência é de e de não seguir a orientação nacional; neste ponto, o PSD em Pernambuco deverá fechar o apoio em torno da potencial candidatura do governador Eduardo Campos (PSB), que pleiteia disputar o Palácio do Planalto em 2014;

PSD pernambucano quer apoiar Campos e não Dilma
PSD pernambucano quer apoiar Campos e não Dilma

PE247 - A consulta feita aos diretórios estaduais do PSD devem assegurar em definitivo o apoio do partido à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) na maioria dos estados, mas o término da verticalização das alianças - onde um partido pode apoiar uma determinada sigla na disputa presidencial e outra no pleito estadual - deverá ser invocado para justificar o apoio a outros candidatos a despeito da orientação nacional. Neste ponto, o PSD em Pernambuco deverá fechar a questão em torno da potencial candidatura do governador Eduardo Campos (PSB), que pleiteia disputar o Palácio do Planalto em 2014.

O presidente estadual da legenda, deputado federal André de Paula, disse que em Pernambuco o PSD “tem predileção pela candidatura de Eduardo Campos à Presidência se ela for efetivada”, declarou o parlamentar ao jornal O Estado de São Paulo.  Em Pernambuco, a sigla contou com o apoio de Eduardo Campos para a sua criação, o que ajuda a explicar a resistência  do diretório estadual em seguir a orientação nacional. O próprio André contou com o incentivo do governador para abandonar o DEM e ingressar nos quadros do PSD.

Caso o PSD estadual permaneça firme em manter o apoio a Eduardo, a situação pode ajudar a balancear o anúncio feito pelo PMDB de lançar candidatura própria à sucessão estadual. O PMDB pernambucano também já havia manifstadio o desejo de ficar junto ao palanque do governador, mas a pressão exercida pela direção nacional acabou levando o partido a anunciar que irá disputar o Palácio do Campos das Princesas, tendo como efeito colateral o enfraquecimento do palanque socialista e o fortalecimento  do PT da presidente  Dilma.  Com o PSD ao lado do PSB, o fiel da balança da política pernambucana volta a apresentar um certo equilíbrio.

 

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