PSDB pode exigir licença a quem aderir a Temer

Tucanos com voz ativa entendem que o PSDB deve exigir que se licencie do partido quem aderir ao possível governo do vice-presidente Michel Temer; movimento parte de aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; principal alvo da ação é o senador José Serra, amigo de Temer e cotado para assumir uma pasta poderosa, como Fazenda ou Educação; o deputado Silvio Torres, secretário-geral do PSDB e aliado de Alckmin, é quem propõe o licenciamento; o baiano Jutahy Magalhães Jr. é um dos que discordam; "Defendo que o PSDB adote agora a postura que teve com Itamar Franco, em 1992, e que deu certo"

Tucanos com voz ativa entendem que o PSDB deve exigir que se licencie do partido quem aderir ao possível governo do vice-presidente Michel Temer; movimento parte de aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; principal alvo da ação é o senador José Serra, amigo de Temer e cotado para assumir uma pasta poderosa, como Fazenda ou Educação; o deputado Silvio Torres, secretário-geral do PSDB e aliado de Alckmin, é quem propõe o licenciamento; o baiano Jutahy Magalhães Jr. é um dos que discordam; "Defendo que o PSDB adote agora a postura que teve com Itamar Franco, em 1992, e que deu certo"
Tucanos com voz ativa entendem que o PSDB deve exigir que se licencie do partido quem aderir ao possível governo do vice-presidente Michel Temer; movimento parte de aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; principal alvo da ação é o senador José Serra, amigo de Temer e cotado para assumir uma pasta poderosa, como Fazenda ou Educação; o deputado Silvio Torres, secretário-geral do PSDB e aliado de Alckmin, é quem propõe o licenciamento; o baiano Jutahy Magalhães Jr. é um dos que discordam; "Defendo que o PSDB adote agora a postura que teve com Itamar Franco, em 1992, e que deu certo" (Foto: Romulo Faro)
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SP 247 - Tucanos com voz ativa entendem que o PSDB deve exigir que se licenciem do partido quem aderir ao possível governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB). O movimento, segundo o jornal Folha de São Paulo, parte de caciques tucanos ligados ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O principal alvo da ação é o senador José Serra (PSDB-SP), que é amigo de Temer e tem seu nome no tabuleiro para a montagem do ministério do peemedebista com uma pasta poderosa, como Fazenda ou Educação, de acordo com as especulações.

A proposta, contudo, ainda não tem a chancela do presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), que vem fazendo 'exigências' a Temer em troca do apoio dos tucanos.

Aécio diz que o PSDB não vetaria o ingresso de filiados na possível gestão de Temer, desde que ficasse claro que a iniciativa era de cunho "pessoal", e não partidária.

A discussão, na verdade, tem como pano de fundo as eleições presidenciais de 2018. Alckmin, Aécio e Serra se colocam como prováveis pré-candidatos. E o tema divide os tucanos.

O deputado Silvio Torres (SP), secretário-geral do PSDB e aliado do governador Alckmin, é quem propõe o licenciamento de quem aderir ao governo Temer.

O baiano Jutahy Magalhães Jr. é um dos que discordam. "Defendo que o PSDB adote agora a postura que teve com Itamar Franco, em 1992, e que deu certo. Nós temos de dar suporte ao novo governo. Não devemos indicar ninguém, mas uma vez que o convite for feito temos que considerar. Todos nós sabíamos ao apoiar o impeachment que o beneficiário seria Temer. E esse governo só poderá existir porque tomamos essa decisão e de forma unânime", diz o deputado.

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