PT-SP classifica prisão de Cunha como "injusta"

Em nota, o presidente do diretório estadual Emidio de Souza classificou a sentença como um “ato final de um processo viciado e de um julgamento espectaculoso e midiático que ignorou princípios basilares do Direito”; deputado federal deve se entregar nesta terça-feira à PF, em Brasília

Em nota, o presidente do diretório estadual Emidio de Souza classificou a sentença como um “ato final de um processo viciado e de um julgamento espectaculoso e midiático que ignorou princípios basilares do Direito”; deputado federal deve se entregar nesta terça-feira à PF, em Brasília
Em nota, o presidente do diretório estadual Emidio de Souza classificou a sentença como um “ato final de um processo viciado e de um julgamento espectaculoso e midiático que ignorou princípios basilares do Direito”; deputado federal deve se entregar nesta terça-feira à PF, em Brasília (Foto: Roberta Namour)
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247 – O PT-SP criticou nesta segunda-feira a decretação da prisão do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, que negou recurso do réu na Ação Penal 470.

Em nota, o presidente do diretório estadual do PT em São Paulo, Emidio de Souza, classificou a sentença como “injusta” e “ato final de um processo viciado e de um julgamento espectaculoso e midiático que ignorou princípios basilares do Direito”.

“Com a mesma indignação que recebemos a notícia da prisão injusta de três de nossos companheiros em 15 de novembro, recebemos hoje a notícia da igualmente injusta decretação da prisão do deputado João Paulo Cunha”, diz a nota.

O presidente estadual do PT afirmou ainda que o partido “continuará a denunciar o caráter político do julgamento da Ação Penal 470 e a execução das penas em desacordo com os termos da condenação”. “Estamos certos de que nenhum dos companheiros presos se apropriou de recursos públicos nem se enriqueceu ilicitamente e que a inocência de todos eles será um dia reconhecida, ainda que tardiamente.”

O deputado João Paulo Cunha vai se entregar nesta terça-feira (7), em Brasília.

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