Quatro empresas sonegaram cerca R$ 22 mi em BH

A Secretaria Estadual da Fazenda investiga, por meio da operação Carretel, quatro empresas de Belo Horizonte, suspeitas de envolvimento em um esquema de sonegação de impostos; as investigações constataram R$ 22 milhões em sonegamento do ICMS; uma das iniciativas para a execução de crimes contra a ordem tributária e sonegação de ICMS era a omissão de registros e informações ao Fisco Estadual

A Secretaria Estadual da Fazenda investiga, por meio da operação Carretel, quatro empresas de Belo Horizonte, suspeitas de envolvimento em um esquema de sonegação de impostos; as investigações constataram R$ 22 milhões em sonegamento do ICMS; uma das iniciativas para a execução de crimes contra a ordem tributária e sonegação de ICMS era a omissão de registros e informações ao Fisco Estadual
A Secretaria Estadual da Fazenda investiga, por meio da operação Carretel, quatro empresas de Belo Horizonte, suspeitas de envolvimento em um esquema de sonegação de impostos; as investigações constataram R$ 22 milhões em sonegamento do ICMS; uma das iniciativas para a execução de crimes contra a ordem tributária e sonegação de ICMS era a omissão de registros e informações ao Fisco Estadual (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - A Secretaria Estadual da Fazenda investiga, por meio da operação Carretel, quatro empresas de Belo Horizonte, suspeitas de envolvimento em um esquema de sonegação de impostos. As investigações constataram R$ 22 milhões em sonegamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A operação, feita em parceria com a Advocacia Geral do Estado (AGE), tem o objetivo de combater um esquema de crimes contra a ordem tributária e sonegação de ICMS, que eram cometidos com a omissão de registros e informações ao Fisco Estadual, venda de mercadorias sem nota fiscal e constituição de empresas por meio de sócios-laranjas e documentação potencialmente falsa.

Segundo levantamentos preliminares feitos pela Delegacia Fiscal de Trânsito de Belo Horizonte (DFT/BH), motivados por denúncia recebida pela DFT/Teófilo Otoni, foram identificados dois grandes depósitos de mercadorias das empresas envolvidas. Os estabelecimentos funcionavam sem inscrição estadual e vendiam produtos por telefone e pela internet.

 
 

 

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