Rachel Marques: “disputa pelo poder, oportunismo e traição”

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça (29), a deputada Rachel Marques (PT) classificou a decisão do PMDB de romper com o governo Dilma (PT) como “disputa pelo poder, oportunismo e traição”. Para ela, “o PMDB comete uma irresponsabilidade porque pode prolongar o período de instabilidade social que vive o País, colocar em risco a democracia e entrar para a história como o partido que comandou o golpe”

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça (29), a deputada Rachel Marques (PT) classificou a decisão do PMDB de romper com o governo Dilma (PT) como “disputa pelo poder, oportunismo e traição”. Para ela, “o PMDB comete uma irresponsabilidade porque pode prolongar o período de instabilidade social que vive o País, colocar em risco a democracia e entrar para a história como o partido que comandou o golpe”
Em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça (29), a deputada Rachel Marques (PT) classificou a decisão do PMDB de romper com o governo Dilma (PT) como “disputa pelo poder, oportunismo e traição”. Para ela, “o PMDB comete uma irresponsabilidade porque pode prolongar o período de instabilidade social que vive o País, colocar em risco a democracia e entrar para a história como o partido que comandou o golpe” (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - A deputada Rachel Marques (PT) comentou, em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta terça (29), a decisão do PMDB de romper com o governo Dilma Rousseff (PT). Para a parlamentar, a articulação do PMDB no sentido de abandonar a base de apoio da Presidência - protagonizada pelo vice-presidente da República, Michel Temer - “configura disputa pelo poder, oportunismo e traição”.

De acordo com a deputada, “o PMDB comete uma irresponsabilidade porque pode prolongar o período de instabilidade social que vive o País, colocar em risco a democracia e entrar para a história como o partido que comandou o golpe”.      

Segundo a petista, não há nenhum desvio de dinheiro ou enriquecimento ilícito cometido pela presidente Dilma que justifique a criminalização do seu governo. “Não há base legal para impeachment, o que aponta para uma tentativa clara de golpe sendo desenvolvida no País contra uma presidente legitimamente eleita pelo povo”, destacou Rachel Marques.

Oposição

Já para o deputado Leonardo Araújo (PMDB) a decisão representa um momento histórico no País e não pode ser considerada golpe.  “Não somos golpistas. Fazemos parte da história da democracia desse País. Aquele que fala de golpe, sim, foi o maior golpista da história. Lula apresentou 14 pedidos de impeachment contra Fernando Henrique Cardoso e votou contra a Constituição de 1988”, ressaltou.

 
 

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