Refinaria recebe 1ª carga de petróleo para testes

O navio tanque Elka Aristotle atracou nesta sexta-feira (5) no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. A chegada da embarcação de bandeira grega carregada com 350 mil barris de petróleo, originários de Guamaré (RN) marca o início dos testes de processamento da Refinaria Abreu e Lima (Rnest); quando estiver operando com 100% de sua capacidade, a Rnest poderá processar 230 mil barris de petróleo/dia

O navio tanque Elka Aristotle atracou nesta sexta-feira (5) no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. A chegada da embarcação de bandeira grega carregada com 350 mil barris de petróleo, originários de Guamaré (RN) marca o início dos testes de processamento da Refinaria Abreu e Lima (Rnest); quando estiver operando com 100% de sua capacidade, a Rnest poderá processar 230 mil barris de petróleo/dia
O navio tanque Elka Aristotle atracou nesta sexta-feira (5) no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. A chegada da embarcação de bandeira grega carregada com 350 mil barris de petróleo, originários de Guamaré (RN) marca o início dos testes de processamento da Refinaria Abreu e Lima (Rnest); quando estiver operando com 100% de sua capacidade, a Rnest poderá processar 230 mil barris de petróleo/dia (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O navio tanque Elka Aristotle atracou nesta sexta-feira (5) no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. A chegada da embarcação de bandeira grega carregada com 350 mil barris de petróleo, originários de Guamaré (RN) marca o início dos testes de processamento da Refinaria Abreu e Lima (Rnest).

O petróleo será retirado dos porões do navio por meio de dutos que totalizam 11 quilômetros de extensão até a refinaria, que conta com oito tanques de armazenagem para 5,6 milhões de barris. Quando estiver operando com 100% de sua capacidade, a Rnest poderá processar 230 mil barris de petróleo/dia

Apesar do cronograma prever que a Rnest comece a operar o primeiro trem – primeira linha de produção – no início de novembro e o segundo em maio de 2015 existe o risco de que o projeto venha a sofrer um novo atraso. A razão está no fato da Petrobras ter entregue a documentação necessária ao licenciamento ambiental à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) somente esta semana.

Como a CPRH pode levar até 90 dias para expedir a licença, existe o temor de que o início das operações de refino sejam postergadas mais uma vez. A obra contabiliza cerca de quatro anos de atraso em relação ao seu cronograma inicial.

Além do risco de atraso por conta do licenciamento ambiental, o empreendimento também espera a realização da dragagem do canal de acesso necessária para o acostamento de navios de grande porte, tipo Suezmax.

Este serviço, porém está travado junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília em função do aumento dos custos da dragagem, já que foram encontradas rochas no leito marinho que precisam ser implodidas para a execução dos serviços. A expectativa é que estes recursos só cheguem em 2015.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247