Reforma da Previdência ainda pode ser retomada por Temer, alerta Pimentel

O senador José Pimentel (PT-CE) alertou para os riscos de a proposta da reforma da Previdência ser retomada por Michel Temer e enfatizou que a sociedade precisa manter-se mobilizada para evitar que a retirada de direitos dos trabalhadores seja aprovada ainda em 2018, após o processo eleitoral. “O governo está apenas dando um tempo, porque não conseguiu comprar o apoio para aprovar a reforma. Mas Temer não desistiu de acabar com o sistema previdenciário justo e equilibrado, que vigorou durante os governos Lula e Dilma. Portanto, a sociedade precisa manter-se mobilizada, para impedir a aprovação dessa malvadeza contra os trabalhadores”, ponderou 

O senador José Pimentel (PT-CE) alertou para os riscos de a proposta da reforma da Previdência ser retomada por Michel Temer e enfatizou que a sociedade precisa manter-se mobilizada para evitar que a retirada de direitos dos trabalhadores seja aprovada ainda em 2018, após o processo eleitoral. “O governo está apenas dando um tempo, porque não conseguiu comprar o apoio para aprovar a reforma. Mas Temer não desistiu de acabar com o sistema previdenciário justo e equilibrado, que vigorou durante os governos Lula e Dilma. Portanto, a sociedade precisa manter-se mobilizada, para impedir a aprovação dessa malvadeza contra os trabalhadores”, ponderou 
O senador José Pimentel (PT-CE) alertou para os riscos de a proposta da reforma da Previdência ser retomada por Michel Temer e enfatizou que a sociedade precisa manter-se mobilizada para evitar que a retirada de direitos dos trabalhadores seja aprovada ainda em 2018, após o processo eleitoral. “O governo está apenas dando um tempo, porque não conseguiu comprar o apoio para aprovar a reforma. Mas Temer não desistiu de acabar com o sistema previdenciário justo e equilibrado, que vigorou durante os governos Lula e Dilma. Portanto, a sociedade precisa manter-se mobilizada, para impedir a aprovação dessa malvadeza contra os trabalhadores”, ponderou  (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - A proposta de reforma da Previdência Social do governo Temer continua na Câmara dos Deputados. A tramitação do texto foi apenas suspensa, em decorrência da intervenção na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Portanto, a sociedade precisa manter-se mobilizada para evitar que a retirada de direitos dos trabalhadores seja aprovada ainda em 2018, após o processo eleitoral. O alerta foi feito pelos participantes da audiência pública realizada no fim de semana, em Caucaia, pela Câmara Municipal daquela cidade cearense, com o tema “A Reforma da Previdência e os Impactos na Vida do Povo Brasileiro”.

Durante sua exposição, Pimentel alertou para o fato de que o governo Temer suspendeu a tramitação da reforma da Previdência porque sabia que não teria os votos suficientes para aprovar as mudanças. Na avaliação do senador, a intervenção no Rio de Janeiro foi uma estratégia. “O governo está apenas dando um tempo, porque não conseguiu comprar o apoio para aprovar a reforma. Mas Temer não desistiu de acabar com o sistema previdenciário justo e equilibrado, que vigorou durante os governos Lula e Dilma. Portanto, a sociedade precisa manter-se mobilizada, para impedir a aprovação dessa malvadeza contra os trabalhadores”, ponderou.  

O autor do requerimento para realização da audiência pública, vereador Weibe Tapeba (PT), afirmou que “a intervenção no Rio de Janeiro e a consequente suspensão do debate sobre a reforma da Previdência não pode servir para desmobilizar a sociedade na luta contra a proposta. Não podemos baixar a guarda na luta para preservar direitos assegurados depois de tanta luta”, afirmou.

O deputado Elmano de Freitas (PT), que também esteve presente, destacou a importância das eleições deste ano para o tema da reforma previdenciária. “Michel Temer, que mandou essa proposta ao Congresso, é um capitão do mato, como ocorria na época da escravidão. Portanto, se elegermos um outro capitão do mato para presidir o Brasil, que represente apenas os interesses da elite, a reforma da Previdência voltará a ser debatida, apenas para tirar direitos já conquistados pelos trabalhadores”, considerou.  

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