Reforma da Previdência não terá calendário especial, diz Eunício

“Assim que chegar da Câmara, nós daremos a celeridade que ela precisa para resolver essa questão definitivamente. Não vamos fazer calendário especial. Vamos fazer o trâmite normal”, afirmou nesta terça-feira (7) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). De acordo com ele, a reforma da Previdência necessita também de “regras de transição claras que não prejudiquem os direitos adquiridos”

“Assim que chegar da Câmara, nós daremos a celeridade que ela precisa para resolver essa questão definitivamente. Não vamos fazer calendário especial. Vamos fazer o trâmite normal”, afirmou nesta terça-feira (7) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). De acordo com ele, a reforma da Previdência necessita também de “regras de transição claras que não prejudiquem os direitos adquiridos”
“Assim que chegar da Câmara, nós daremos a celeridade que ela precisa para resolver essa questão definitivamente. Não vamos fazer calendário especial. Vamos fazer o trâmite normal”, afirmou nesta terça-feira (7) o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). De acordo com ele, a reforma da Previdência necessita também de “regras de transição claras que não prejudiquem os direitos adquiridos” (Foto: Rodrigo Rocha)
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Agência Senado - O projeto de reforma da Previdência, que chegará ao Senado após passar pela Câmara dos Deputados, não terá um calendário especial de tramitação, informou nesta terça-feira (7) o presidente do Senado, Eunício Oliveira. De acordo com o senador, a proposta seguirá o trâmite normal na Casa.

“Assim que chegar da Câmara, nós daremos a celeridade que ela precisa para resolver essa questão definitivamente. Não vamos fazer calendário especial. Vamos fazer o trâmite normal”, disse.

Ao encaminhar a proposta de reforma da Previdência para o Congresso, o governo sugeriu uma idade mínima de 65 anos para que homens e mulheres se aposentem. Há uma regra de transição prevista, porém, para homens com 50 anos e mulheres com 45 anos ou mais. Para Eunício, a reforma é necessária, mas precisa garantir os direitos adquiridos.

“O fato é que todos nós sabemos é que o Brasil precisa ter uma nova previdência. Com regras de transição claras que não prejudiquem os direitos adquiridos”, pontou.

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