Regina Sousa vai a 11 cidades da região de São Raimundo Nonato

A senadora Regina Sousa (PT-PI inicia uma maratona de viagem por 11 cidades da microrregião de São Raimundo Nonato, no Extremo Sul do Piauí, para falar sobre as reformas trabalhista e da previdência e os prejuízos causados aos trabalhador com as novas regras; a parlamentar ouvirá as reivindicações da população dessas cidades; “Às vezes um gestor quer construir uma praça, mas a população prefere a iluminação de uma rua”

 senadora Regina Sousa (PT-PI). Foto: Ana Volpe/Agência Senado
 senadora Regina Sousa (PT-PI). Foto: Ana Volpe/Agência Senado (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí Hoje - A senadora Regina Sousa (PT-PI inicia nesta quinta-feira (27) uma maratona de viagem por 11 cidades da microrregião de São Raimundo Nonato, no Extremo Sul do Piauí, para falar sobre as reformas trabalhista e da previdência e os prejuízos causados aos trabalhador com as novas regras.

A senadora também vai ouvir às reivindicações da população dessas cidades. “Às vezes um gestor quer construir uma praça, mas a população prefere a iluminação de uma rua”.

Na quinta-feira (27), Regina faz palestra na Câmara Municipal de São Raimundo Nonato, a 576 km de Teresina, às 16h. À noite, prestigia o Festival de Cultura Ópera Serra da Capivara, no anfiteatro da Pedra Furada, na zona rural de Coronel José Dias.

Na sexta-feira (29), às 9h30, a senadora chega a Dom Inocêncio, e à tarde vai a São Lourenço, onde tem compromisso na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. No final do dia, Regina vai a Dirceu Arcoverde, onde conversa com a população na Câmara Municipal.

No sábado, Regina Sousa vai a Fartura do Piauí, às 8h; Bomfim do Piauí, às 11h; e Várzea Branca, às 14h, encerrando o dia em Caracol às 18h. A palestra nesses municípios vai acontecer na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

Jurema, às 8h30, Anísio de Abreu, às 10h30 e São Braz, às 14h, serão os municípios visitados no domingo (29), com os debates sempre acontecendo na Câmara Municipal.

A senadora revela que por onde tem feito palestras, a população é contra o texto atual em tramitação na Câmara dos Deputados, principalmente os trabalhadores rurais, os mais prejudicados caso o projeto seja aprovado, pois terão que pagar e trabalhar mais para conseguir o benefício. “Isso vai prejudicar a agricultura, pois os jovens não irão mais querer ficar no campo e sem pessoas para trabalhar no campo, vai faltar alimentos”.

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