Relator diz que atos do seu governo não estão em discussão

Acusado e criticado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por ter usado as mesmas medidas – as “pedaladas fiscais – quando foi governador de Minas Gerais, o relator do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal, Antonio Anastasia ( PSDB-MG) usa em sua defesa o argumento de que não é o seu passado como governador que está em discussão; ele afirma, ainda, que os atos do passado não influenciam o processo atual

Acusado e criticado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por ter usado as mesmas medidas – as “pedaladas fiscais – quando foi governador de Minas Gerais, o relator do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal, Antonio Anastasia ( PSDB-MG) usa em sua defesa o argumento de que não é o seu passado como governador que está em discussão; ele afirma, ainda, que os atos do passado não influenciam o processo atual
Acusado e criticado pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por ter usado as mesmas medidas – as “pedaladas fiscais – quando foi governador de Minas Gerais, o relator do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado Federal, Antonio Anastasia ( PSDB-MG) usa em sua defesa o argumento de que não é o seu passado como governador que está em discussão; ele afirma, ainda, que os atos do passado não influenciam o processo atual (Foto: Voney Malta)
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Minas 247 – Intensamente criticado pelos partidários da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado por ter cometido o mesmo suposto crime que consta no processo contra a presidente, as tais” pedaladas fiscais”, o relator do processo do impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), usa em sua defesa que não é o seu mandato na época que foi governador de Minas Gerais que está em discussão.

Acusação foi feita pelo senador Lindbergh Farias PT-RJ), que afirmou que Anastasia usou os mesmos expedientes e que agora quer cassar Dilma.

Anastasia diz que sua filiação partidária e os atos que tomou no passado não vão influenciar no processo.

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