Renan analisa Adin contra ‘escola Livre’

O governador Renan Filho (PMDB) anunciou que avalia ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o polêmico projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa conhecido como "Escola Livre"; projeto Escola Livre prega que os professores se mantenham "neutros" em sala de aula e proíbe os profissionais de "doutrinar" e "induzir" alunos sob perspectivas políticas, religiosas e ideológicas

O governador Renan Filho (PMDB) anunciou que avalia ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o polêmico projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa conhecido como "Escola Livre"; projeto Escola Livre prega que os professores se mantenham "neutros" em sala de aula e proíbe os profissionais de "doutrinar" e "induzir" alunos sob perspectivas políticas, religiosas e ideológicas
O governador Renan Filho (PMDB) anunciou que avalia ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o polêmico projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa conhecido como "Escola Livre"; projeto Escola Livre prega que os professores se mantenham "neutros" em sala de aula e proíbe os profissionais de "doutrinar" e "induzir" alunos sob perspectivas políticas, religiosas e ideológicas (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - O governador Renan Filho (PMDB) afirmou, na manhã desta segunda-feira (2), durante evento no qual anunciou a redução da violência em Alagoas, que avalia ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa conhecido como "Escola Livre". Ele confirmou que é 'obrigado a promulgar a lei'.

"Por decisão dos deputados, a Assembleia derrubou os vetos. O que cabia ao governador era vetar ou não. Agora, sou obrigado a promulgar. O que estamos avaliando é o ingresso de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade", explicou Renan Filho.

Por 18 votos contra 8, os deputados estaduais derrubaram no dia 26 de maio os vetos do governador contra o projeto de lei número 69, de 2015, de autoria de Ricardo Nezinho, que ficou conhecido como "Escola Livre". A decisão foi alvo de protestos por parte de sindicatos ligados à educação.

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro) afirma que vai recorrer da decisão da Assembleia.

O projeto Escola Livre prega que os professores se mantenham "neutros" em sala de aula e proíbe os profissionais de "doutrinar" e "induzir" alunos sob perspectivas políticas, religiosas e ideológica.

Com gazetaweb.com

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