Renan apresenta a ministro situação da saúde

O governador Renan Filho (PMDB) apresentou ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, a situação da saúde em Alagoas, as dificuldades enfrentadas pelos municípios e um plano de investimento para o setor no estado; o plano prevê a ampliação de hospitais de pequeno porte, a implantação de cinco centros de referência de especialidades e de diagnóstico, e a construção de três unidades hospitalares de grande porte; "O Brasil tem uma dívida histórica com os estados nordestinos. Esse programa consistente de execução de Alagoas será solucionado em conjunto com o Ministério da Saúde", afirmou o ministro 

O governador Renan Filho (PMDB) apresentou ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, a situação da saúde em Alagoas, as dificuldades enfrentadas pelos municípios e um plano de investimento para o setor no estado; o plano prevê a ampliação de hospitais de pequeno porte, a implantação de cinco centros de referência de especialidades e de diagnóstico, e a construção de três unidades hospitalares de grande porte; "O Brasil tem uma dívida histórica com os estados nordestinos. Esse programa consistente de execução de Alagoas será solucionado em conjunto com o Ministério da Saúde", afirmou o ministro 
O governador Renan Filho (PMDB) apresentou ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, a situação da saúde em Alagoas, as dificuldades enfrentadas pelos municípios e um plano de investimento para o setor no estado; o plano prevê a ampliação de hospitais de pequeno porte, a implantação de cinco centros de referência de especialidades e de diagnóstico, e a construção de três unidades hospitalares de grande porte; "O Brasil tem uma dívida histórica com os estados nordestinos. Esse programa consistente de execução de Alagoas será solucionado em conjunto com o Ministério da Saúde", afirmou o ministro  (Foto: Voney Malta)
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Camila Fernandes/agenciaalagoas - O governador Renan Filho foi recebido, nesta quinta-feira, 22, pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, e ao lado da secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, apresentou o diagnóstico da Saúde em Alagoas. Em primeiro lugar foram expostas as dificuldades enfrentadas pelos municípios, como também foi apresentado o plano de investimento para o setor no estado.

Em resposta, o ministro Marcelo Castro sinalizou positivamente a atuação da pasta. "O Brasil tem uma dívida histórica com os estados nordestinos. Esse programa consistente de execução de Alagoas será solucionado em conjunto com o Ministério da Saúde", afirmou Castro.

Por sua vez, Renan Filho agradeceu o apoio e reforçou o movimento do Governo de Alagoas para enfrentar os desafios nesta área: "Estamos lutando para criar condições de custear os investimentos necessários para a Saúde. O governo estadual já vai investir R$ 60 milhões nos novos quatro hospitais. Os recursos do governo federal são fundamentais para transformarmos esta realidade".

Retrato Regional
Entre os números estaduais apresentados, estavam os da Atenção Básica, que disponibiliza 1.300 unidades básicas de saúde, e 820 equipes de saúde da família que cobrem todo o estado. A situação é mais grave no caso das doenças transmissíveis e doenças crônicas. Em relação à atenção ao público materno infantil, em 2015, já houve uma melhoria no cenário devido à gestão de leitos disponíveis.

Também foi abordado o andamento do Programa Geral de Ações de Serviços de Saúde (PGASS). Do ponto de vista da saúde de média complexidade, existe um déficit de 2 mil leitos. A média percentual de uso de recursos próprios dos municípios alagoanos chega a 21,39%. A despesa total em saúde por habitante alcança os R$ 547,62.

Renan Filho destacou que o governo estadual tem buscado fazer uma cooperação técnica integrando a atuação básica e vigilância em saúde para melhorar as condições aos cidadãos.

"Estamos fazendo um grande esforço na tentativa de minimizar o custo da saúde para os municípios. O Estado já investe hoje R$ 17 milhões por mês como incentivo para a atenção básica e vigilância em saúde", completou.

O plano de investimento regional considera a ampliação de hospitais de pequeno porte, a implantação de cinco centros de referência de especialidades e de diagnóstico. A proposta também considera a construção de três unidades hospitalares de grande porte, com o Hospital Metropolitano, Hospital de Clinicas e Maternidade de Risco Habitual.

A partir de agora, a Secretaria de Estado da Saúde seguirá diálogo com corpo técnico do Ministério da Saúde para avançar no plano de investimento e execução.

 

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