Restaurantes populares podem falir em São Paulo

Em uma carta-manifesto com 20 assinaturas, gestores dos restaurantes do Bom Prato, programa estadual que oferece refeições a R$ 1, afirmam que estão à beira de um “colapso financeiro” e exigem aumento de subsídio do governo Alckmin (PSDB); o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, por sua vez, sugere que as unidades troquem os itens mais caros do cardápio: “Se o feijão mulatinho está caro, comprem feijão preto”, afirmou

O Governador Geraldo Alckmin, entrega novo Bom Prato no bairro do Limão e entrega também acessa São Paulo. Data: 01/07/2014. Local: São Paulo/SP. Foto: Du Amorim/A2 FOTOGRAFIA
O Governador Geraldo Alckmin, entrega novo Bom Prato no bairro do Limão e entrega também acessa São Paulo. Data: 01/07/2014. Local: São Paulo/SP. Foto: Du Amorim/A2 FOTOGRAFIA (Foto: Roberta Namour)

247 – Gestores dos restaurantes do Bom Prato, programa estadual que oferece refeições a R$ 1, ameaçam encerrar as atividades em São Paulo.

Em uma carta-manifesto com 20 assinaturas, eles afirmam que estão à beira de um “colapso financeiro” e oferecem “alimentação de qualidade inferior ao padrão”, por falta de recurso. Exigem aumento de subsídio do governo Alckmin (PSDB).

O secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, por sua vez, sugere que as unidades troquem os itens mais caros do cardápio. “Se o feijão mulatinho está caro, comprem feijão preto”, afirmou, em entrevista ao “Estado de S. Paulo”.

De acordo com as entidades, a defasagem acumulada desde 2006 é de 34,15% no custo do almoço e de 17,99% no café da manhã.
Pesaro minimiza o problema e diz que não há risco de o serviço ser interrompido. “Não há queda de qualidade, nem de caloria, nem produto. O que pode haver é substituição. Frango no lugar da carne, por exemplo” – leia aqui.

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