'Revogação de sigilo por Alckmin não impede punições'

Gestão Alckmin criou uma comissão para reavaliar os sigilos impostos sobre documentos públicos do Metrô, da CPTM e da EMTU, da Sabesp e da Polícia Militar; mas segundo o promotor de Justiça Marcelo Milani, isso não livra os responsáveis de uma eventual punição: "Não porque nós investigamos os atos passados. Isso [revogação] é independente"

Gestão Alckmin criou uma comissão para reavaliar os sigilos impostos sobre documentos públicos do Metrô, da CPTM e da EMTU, da Sabesp e da Polícia Militar; mas segundo o promotor de Justiça Marcelo Milani, isso não livra os responsáveis de uma eventual punição: "Não porque nós investigamos os atos passados. Isso [revogação] é independente"
Gestão Alckmin criou uma comissão para reavaliar os sigilos impostos sobre documentos públicos do Metrô, da CPTM e da EMTU, da Sabesp e da Polícia Militar; mas segundo o promotor de Justiça Marcelo Milani, isso não livra os responsáveis de uma eventual punição: "Não porque nós investigamos os atos passados. Isso [revogação] é independente" (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o promotor de Justiça Marcelo Milani, a possível revogação dos sigilos impostos três áreas diferentes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) não livra os responsáveis de uma eventual punição. "Não porque nós investigamos os atos passados. Isso [revogação] é independente", afirmou Milani, em entrevista ao iG.

A gestão Alckmin criou uma comissão para reavaliar os sigilos impostos sobre documentos públicos do Metrô, da CPTM e da EMTU, da Sabesp e da Polícia Militar.

Milani aponta no caso possível uso indevido da legislação. Questionado sobre uma hipotética coordenação, superior à secretária e às empresas investigadas, na imposição dos sigilos, o promotor disse não existirem indícios "até o momento".

"[Mas] isso não quer dizer que não possa se chegar a isso, se há uma coordenação ou não", disse. "Pode ser que chegue nesse ponto. [Mas] por enquanto não tem nenhuma evidência de que isso tenha acontecido" (leia mais).

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