"Risco de prisão educa os devedores de pensão"

"A flexibilização implicaria o fim do instituto da pensão. Sabe-se que a ameaça de prisão 'educa' o executado a cumprir sua obrigação e não deixar seus filhos com fome. Como 38% dos lares do Brasil são chefiados por mulheres, esta é uma grande vitória das brasileiras", diz a deputada Alice Portugal (PC do B), autora da proposta de reinserção do regime fechado de prisão para devedores de pensão alimentícia no Código de Processo Civil

"A flexibilização implicaria o fim do instituto da pensão. Sabe-se que a ameaça de prisão 'educa' o executado a cumprir sua obrigação e não deixar seus filhos com fome. Como 38% dos lares do Brasil são chefiados por mulheres, esta é uma grande vitória das brasileiras", diz a deputada Alice Portugal (PC do B), autora da proposta de reinserção do regime fechado de prisão para devedores de pensão alimentícia no Código de Processo Civil
"A flexibilização implicaria o fim do instituto da pensão. Sabe-se que a ameaça de prisão 'educa' o executado a cumprir sua obrigação e não deixar seus filhos com fome. Como 38% dos lares do Brasil são chefiados por mulheres, esta é uma grande vitória das brasileiras", diz a deputada Alice Portugal (PC do B), autora da proposta de reinserção do regime fechado de prisão para devedores de pensão alimentícia no Código de Processo Civil (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (11) emenda da deputada Alice Portugal (PC do B-BA) ao novo Código de Processo Civil (CPC – PL 8045/10) e reincluiu no texto o regime fechado de prisão, em cela separada de presos comuns, para devedores de pensão alimentícia. Emenda também manteve prazo de três dias para o devedor pagar ou justificar o não pagamento de pensão.

Aprovado pela Câmara em novembro do ano passado, o texto do novo CPC previa prisão em regime semiaberto e flexibilizava o prazo de pagamento para dez dias. O regime fechado só seria aplicado a reincidente e a prisão ainda poderia ser convertida em domiciliar, caso não fosse possível separar o devedor de presos comuns.

A deputada destacou o caráter educativo da emenda, que, para ela, "não se resume a prender devedores", mas evitar retrocessos na legislação.

"A flexibilização implicaria o fim do instituto da pensão. Sabe-se que a ameaça de prisão 'educa' o executado a cumprir sua obrigação e não deixar seus filhos com fome. Como 38% dos lares do Brasil são chefiados por mulheres, esta é uma grande vitória das brasileiras", comemorou Alice, única mulher da bancada baiana na Câmara dos Deputados.

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