Rnest recebe primeira carga de óleo para testes

A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), localizada em Pernambuco, receberá esta semana a primeira carga de óleo destinado a testar os seus equipamentos; a carga de 60 mil toneladas de óleo bruto e outras 6 mil toneladas de blend de petróleo, originária de Guamaré (RN), está prevista ser descarregada nesta quinta-feira (4); apesar da previsão para que o primeiro trem (metade do complexo) entre em funcionamento em novembro, a dragagem necessária para que petroleiros de grande porte possam aportar em Suape ainda encontra-se em discussão junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília, o que pode afetar a capacidade de recepção operacional da unidade

A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), localizada em Pernambuco, receberá esta semana a primeira carga de óleo destinado a testar os seus equipamentos; a carga de 60 mil toneladas de óleo bruto e outras 6 mil toneladas de blend de petróleo, originária de Guamaré (RN), está prevista ser descarregada nesta quinta-feira (4); apesar da previsão para que o primeiro trem (metade do complexo) entre em funcionamento em novembro, a dragagem necessária para que petroleiros de grande porte possam aportar em Suape ainda encontra-se em discussão junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília, o que pode afetar a capacidade de recepção operacional da unidade
A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), localizada em Pernambuco, receberá esta semana a primeira carga de óleo destinado a testar os seus equipamentos; a carga de 60 mil toneladas de óleo bruto e outras 6 mil toneladas de blend de petróleo, originária de Guamaré (RN), está prevista ser descarregada nesta quinta-feira (4); apesar da previsão para que o primeiro trem (metade do complexo) entre em funcionamento em novembro, a dragagem necessária para que petroleiros de grande porte possam aportar em Suape ainda encontra-se em discussão junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília, o que pode afetar a capacidade de recepção operacional da unidade (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A Refinaria Abreu e Lima (Rnest), localizada no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco, receberá esta semana a primeira carga de óleo destinado a testar os seus equipamentos. A carga de 60 mil toneladas de óleo bruto e outras 6 mil toneladas de blend de petróleo, originário de Guamaré (RN) está prevista ser descarregada nesta quinta-feira (4) com o acostamento do navio de bandeira grega Elka Aristotle. Apesar da previsão para que o primeiro trem (metade do complexo) entre em funcionamento em novembro, a dragagem necessária para que petroleiros de grande porte possam aportar em Suape ainda encontra-se em discussão junto a Secretaria Especial de Portos, em Brasília, o que pode afetar a capacidade de recepção operacional da unidade.

O acostamento do petroleiro em Suape marca o início da fase de testes da Rnest, cuja operação comercial está prevista para novembro, quando o primeiro trem deverá estar em pleno funcionamento. O segundo trem deverá entrar em atividade somente em maio do próximo ano. Quando estiver operando a pleno vapor, a refinaria terá capacidade diária para processar 230 mil barris de petróleo, que serão voltados à produção de óleo diesel, gasolina, coque, nafta, querosene e gás de cozinha.

Apesar da expectativa em torno do início dos testes, a chegada do Elka Aristotle destaca um problema ainda não resolvido que é a necessidade de aprofundamento do canal de acesso do Porto de Suape. Apesar de seu tamanho, o Elka Aristotle possui 228 metros de comprimento e um calado de 10,2 metros, o navio de bandeira grega é menor que as embarcações petroleiras previstas para operarem junto a Rnest. A refinaria pernambucana deverá trabalhar com navios tipo Suezmax, que possuem 274 metros de extensão e calado de 20 metros.

Atualmente, o calado médio de Suape é de 16 metros, o que permite a operação de navios com capacidade para até 1 milhão de toneladas. Acima deste volume, como é o caso da Rnest, é necessário a dragagem para o nivelamento do canal de acesso que passaria a ter uma profundidade de 20 metros. A obra serviria, ainda, para atender ao segundo terminal de contêineres do complexo (Tecon II) e o terminal de Graneis Sólidos, que serão implantados no local.

A dragagem, contudo, está travada na Secretaria Especial de Portos, em Brasília, conforme matéria publicada pelo Jornal do Commercio. A discussão gira em torno do aumento dos custos da dragagem já que foram encontradas rochas no leito marinho que precisam ser implodidas para a execução dos serviços. A expectativa é que estes recursos só cheguem em 2015.

 

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