Robinson: “Rui traz investimentos, Temer constrangimentos”

O deputado federal baiano Robinson Almeida (PT) compara a "vexatória diferença" entre propósito das viagens do governador da Bahia, Rui Costa (PT), e de Michel Temer (PMDB); Rui foi a Ucrânia negociar melhorias para o Estado, "e Temer está na China negociando a venda de bens públicos", segundo o parlamentar; "O governador e o presidente Michel Temer estão em missão internacional, mas enquanto Rui foi buscar investimentos para o Estado, Temer viaja e só causa vergonha para o povo brasileiro. Ele não traz investimentos porque não tem credibilidade", diz Robinson

Robinson Almeida
Robinson Almeida (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O deputado federal baiano Robinson Almeida (PT-BA) comparou nesta quarta-feira (30) no plenário da Câmara a "vexatória diferença" entre propósito das viagens do governador da Bahia, Rui Costa (PT), e de Michel Temer (PMDB). Rui foi a Ucrânia negociar melhorias para o Estado, "e Temer está na China negociando a venda de bens públicos", segundo o parlamentar.

"O governador e o presidente Michel Temer estão em missão internacional, mas enquanto Rui foi buscar investimentos para o Estado, Temer viaja e só causa vergonha para o povo brasileiro. Ele não traz investimentos porque não tem credibilidade", afirmou Robinson.

Ontem, Rui Costa anunciou a assinatura de um acordo entre o governo do estado e a empresa ucraniana Indar, para a implantação de uma fábrica de insulina na Bahia. O Estado será o primeiro do Nordeste a produzir o medicamento, que é indispensável no tratamento de diabetes.

Com investimento R$ 250 milhões, em até três anos a Bahiafarma já estará em funcionamento, com capacidade de produção maior do que a da própria Ucrânia. A expectativa é que a iniciativa traga melhorias para a saúde pública de todo país, além de movimentar a economia com a criação de novas vagas de emprego.

Por outro lado, após anunciar o pacote de privatização, que inclui entre outras empresas a Eletrobrás e a Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), Temer foi à China atrás de compradores para as empresas públicas que estão em seu pacote de privatização. "É um verdadeiro crime de lesa-pátria querer liquidar o patrimônio brasileiro a preço de banana", diz o deputado baiano.

Segundo ele, a Eletrobrás tem seu parque e empresas avaliados por especialistas em mais de R$ 300 bilhões, mas a estimativa do governo é arrecadar menos de 10% desse valor. "O vendilhão da pátria está liquidando o nosso país", protestou.

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