Rodoviários ameaçam parar em Porto Alegre

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte (Stetpoa) ameaça paralisar as atividades se não houver acordo com a patronal sobre reajuste salarial da categoria; “Não vamos aceitar esse jogo entre Prefeitura e patronal. Na reunião, os empresários disseram que se não houver aumento da tarifa, ficaremos sem salário em alguns meses”, afirmou o presidente do Stetpoa, Adair da Silva; os rodoviários pedem aumento de 8,94%, mas as empresas ofereceram a reposição da inflação com base no índice INPC, de 5,44%

09/05/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Corredor de ônibus da Av. João Pessoa. Foto: Joana Berwanger/Sul21
09/05/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Corredor de ônibus da Av. João Pessoa. Foto: Joana Berwanger/Sul21 (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte (Stetpoa) ameaça paralisar as atividades se não houver acordo com a patronal sobre reajuste salarial da categoria. “Não vamos aceitar esse jogo entre Prefeitura e patronal. Na reunião, os empresários disseram que se não houver aumento da tarifa, ficaremos sem salário em alguns meses”, afirmou o presidente do Stetpoa, Adair da Silva. De acordo com o sindicalista, a categoria precisa garantir o aumento salarial e a manutenção dos cobradores no transporte coletivo. As entrevista foram publicadas no Correio do Povo.

Os rodoviários pedem aumento de 8,94%, e mais R$ 5,52 para o vale-alimentação, fazendo o benefício chegar a R$ 29. As empresas ofereceram a reposição da inflação com base no índice INPC, de 5,44%, pago em uma vez no mês de fevereiro, e não ofereceram mudanças no vale-alimentação.

O vice-presidente do Stetpoa, Sandro Abbade, informou que os diretores e delegados sindicais pretendem distribuir material informativo nas garagens, nos corredores e no final da linha dos coletivos, para convocar os rodoviários para os próximos movimentos que devem ser promovidos pela entidade. “Contamos com os senhores para que consigamos alcançar no mínimo um aumento digno para a nossa categoria”, disse Abbade.

 

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