Rodoviários fazem paralisação em Salvador contra o golpe nesta sexta

Contrários ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os rodoviários de Salvador vão fazer uma paralisação das 4h às 8h desta sexta-feira; de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, o protesto também servirá para pedir reajuste salarial; "É um protesto pela falta de capacidade de negociar dos empresários. E também é um apoio à democracia contra a perpetração de um golpe dos empresários, através da Fiesp, das empresas. Somos a favor da democracia, contra o impeachment da presidente Dilma", diz Daniel Mota, diretor de comunicação do sindicato

Contrários ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os rodoviários de Salvador vão fazer uma paralisação das 4h às 8h desta sexta-feira; de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, o protesto também servirá para pedir reajuste salarial; "É um protesto pela falta de capacidade de negociar dos empresários. E também é um apoio à democracia contra a perpetração de um golpe dos empresários, através da Fiesp, das empresas. Somos a favor da democracia, contra o impeachment da presidente Dilma", diz Daniel Mota, diretor de comunicação do sindicato
Contrários ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os rodoviários de Salvador vão fazer uma paralisação das 4h às 8h desta sexta-feira; de acordo com o Sindicato dos Rodoviários, o protesto também servirá para pedir reajuste salarial; "É um protesto pela falta de capacidade de negociar dos empresários. E também é um apoio à democracia contra a perpetração de um golpe dos empresários, através da Fiesp, das empresas. Somos a favor da democracia, contra o impeachment da presidente Dilma", diz Daniel Mota, diretor de comunicação do sindicato (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Contrários ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os rodoviários de Salvador vão fazer uma paralisação das 4h às 8h desta sexta-feira (14). Neste período, os ônibus permanecerão nas garagens. De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, o protesto também servirá para pedir reajuste salarial.

"Primeiro a gente tem uma pauta de reivindicações que foi entregue aos empresários. Eles têm uma contraproposta que não atende. É um protesto pela falta de capacidade de negociar dos empresários. E também é um apoio à democracia contra a perpetração de um golpe dos empresários, através da Fiesp, das empresas. Somos a favor da democracia, contra o impeachment da presidente Dilma", diz Daniel Mota, diretor de comunicação do sindicato.

Em entrevista ao jornal Correio, o secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Fábio Mota, afirma que a prefeitura não foi informada da decisão.

"Não recebemos nenhum comunicado. É uma paralisação irresponsável, com cunho político, e vamos tomar as providências cabíveis caso realmente aconteça. Se configura paralisação, vamos multar as concessionárias pelas 4 horas paradas", afirma. "Para fazer uma paralisação é preciso publicar (a decisão), comunicar".

Segundo ele, a prefeitura está preparada para enviar o transporte alternativo para os principais corredores da cidade.

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