Rogerio Correia diz que Azeredo não está preso por ser tucano

"Sobre prisão é melhor aguardar: afinal é tucano", diz o deputado estadual Rogério Correia (PT), ao comentar a condenação em segunda instância no chamado mensalão tucano do ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, que poderá recorrer em liberdade

"Sobre prisão é melhor aguardar: afinal é tucano", diz o deputado estadual Rogério Correia (PT), ao comentar a condenação em segunda instância no chamado mensalão tucano do ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, que poderá recorrer em liberdade
"Sobre prisão é melhor aguardar: afinal é tucano", diz o deputado estadual Rogério Correia (PT), ao comentar a condenação em segunda instância no chamado mensalão tucano do ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, que poderá recorrer em liberdade (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 – "Sobre prisão é melhor aguardar: afinal é tucano", diz o deputado estadual Rogério Correia (PT), ao comentar a condenação em segunda instância no chamado mensalão tucano do ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, que poderá recorrer em liberdade.

Correia compartilhou reportagem de Bernardo Miranda, sobre o caso:

Por dois votos a um, a 5ª Câmara do Tribunal de Justiça de Minas (TJMG) manteve nesta terça-feira (22) a condenação do ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) pelo envolvimento no esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão mineiro. O primeiro a votar foi o relator do caso, desembargador Alexandre de Carvalho, que pediu a absolvição do político, contrariando a decisão de primeira instância. Azeredo havia sido condenado a 20 anos e dez meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro. 

A denúncia é referente ao desvio de verbas de estatais mineiras para utilização na campanha de reeleição de Azeredo, em 1998. As empresas Comig (atual Codemig), Copasa e o antigo banco estatal Bemge teriam feito patrocínios superfaturados a eventos esportivos cuja exploração da publicidade era exclusividade da empresa SMP&B, do empresário Marcos Valério. O esquema teria desviado ao menos R$ 3,5 milhões e servido de laboratório para o mensalão do PT.

Leia a íntegra no jornal O Tempo.

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