Roller é condenado a pagar R$ 100 mil de indenização a Marconi

O advogado e prefeito de Formosa, Ernesto Roller (MDB) foi condenado pela Justiça a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais ao ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB); o processo, que corria desde 2014, foi motivado em razão de declarações ofensivas realizadas durante comício na cidade de Formosa; na época, candidato à reeleição ao Governo de Goiás, Marconi foi chamado por Roller de “ladrão, safado, cachorro”; um vídeo contendo as declarações do prefeito de Formosa foi anexado no processo

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roller (Foto: José Barbacena)
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Jornal Opção - O advogado e prefeito de Formosa, Ernesto Roller (MDB) foi condenado pela Justiça a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais ao ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB). O processo, que corria desde 2014, foi motivado em razão de declarações ofensivas realizadas durante comício na cidade de Formosa.

Na época, candidato à reeleição ao Governo de Goiás, Marconi foi chamado por Roller de “ladrão, safado, cachorro”. De acordo com o advogado de Marconi, João Paulo Brzezinski, um vídeo contendo as declarações do prefeito de Formosa foi anexado no processo, onde ele dizia:

“Meus amigos, deve ter alguém deles aqui ouvindo, tem que ter, é um absurdo não ter. Eu ouvi uma vez… cadê meu compadre Paulinho? Tá aqui. ouvi o Tião caroço falar que o dia que eu rompesse com ele que eu não pusesse a minha mão e não ganhava a eleição essa é pra cê Tião Caroço. Essa é pra cê… covarde… essa é pro cê, covarde. Essa é pra cê, covarde… covarde… e você falou que ia andar pelado em formosa (…?) pra poder andar pelado. Covarde… seu jogo, assim como o de Marconi Perillo ladrão , safado, cachorro, o jogo seus é de jogar pedra e esconder a mão, mas comigo não, aqui não, aqui é filho de homem. Aqui nasceu em (…?), aqui não tem que esconder não. Cadê você Marquin? Cadê ocês covarde? Cadê ocês cambada de covarde?”

As testemunhas ouvidas em juízo confirmaram as ofensas praticadas por Roller, que ganharam repercussão nas redes sociais, aumentando o prejuízo moral da vítima.

Em defesa, Ernesto disse que as provas teriam sido adulteradas com o propósito de prejudicá-lo. Contudo, nada ficou comprovado.

O juiz Ricardo Teixeira Lemos Juiz entendeu que a conduta de Roller era passível de indenização e ordenou ainda que ele assumisse o pagamento das custas e despesas processuais, com honorários fixados em 20% sobre o valor da condenação.

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