Rosemberg: comissão recomendou análise de contratos da Petrobras

Deputado Rosemberg Pinto (PT) disse que a comissão da Petrobras que apurou as denúncias da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca não era responsável por investigar contratos da estatal, porém detectou problemas e recomendou a análise dos convênios; petista era presidente da comissão interna da estatal, que detectou irregularidades na gestão de Geovane de Morais, subordinado a Venina na área de Comunicação do setor de Abastecimento da empresa; "Ao final chegamos à conclusão de que vários procedimentos da companhia tinham sido desrespeitados. Como o limite de competência para um gerente, que era R$ 50 mil e ele (Geovane) pagava acima disso", afirmou

Deputado Rosemberg Pinto (PT) disse que a comissão da Petrobras que apurou as denúncias da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca não era responsável por investigar contratos da estatal, porém detectou problemas e recomendou a análise dos convênios; petista era presidente da comissão interna da estatal, que detectou irregularidades na gestão de Geovane de Morais, subordinado a Venina na área de Comunicação do setor de Abastecimento da empresa; "Ao final chegamos à conclusão de que vários procedimentos da companhia tinham sido desrespeitados. Como o limite de competência para um gerente, que era R$ 50 mil e ele (Geovane) pagava acima disso", afirmou
Deputado Rosemberg Pinto (PT) disse que a comissão da Petrobras que apurou as denúncias da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca não era responsável por investigar contratos da estatal, porém detectou problemas e recomendou a análise dos convênios; petista era presidente da comissão interna da estatal, que detectou irregularidades na gestão de Geovane de Morais, subordinado a Venina na área de Comunicação do setor de Abastecimento da empresa; "Ao final chegamos à conclusão de que vários procedimentos da companhia tinham sido desrespeitados. Como o limite de competência para um gerente, que era R$ 50 mil e ele (Geovane) pagava acima disso", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)
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Bahia 247 – O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do partido na Assembleia Legislativa, disse que a comissão da Petrobras que apurou as denúncias da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca não era responsável por investigar contratos da estatal, porém detectou problemas e recomendou a análise dos convênios.

O petista era assessor da presidência da companhia, à época chefiada pelo atual secretário estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli. Rosemberg era presidente da comissão interna da estatal, que detectou irregularidades na gestão de Geovane de Morais, subordinado a Venina na área de Comunicação do setor de Abastecimento da empresa.

"Ao final chegamos à conclusão de que vários procecimentos da companhia tinham sido desrespeitados. Como o limite de competência para um gerente, que era R$ 50 mil e ele pagava acima disso. Ele também havia extrapolado o número de pagamentos de contratos pequenos", disse parlamentar ao Bahia Notícias. Geovane de Morais foi demitido, mas solicitou licença médica.

Segundo Rosemberg, o colegiado recomendou que a Petrobras "adotasse mecanismos para que os mecanismos não fossem desrespeitados". "Não era papel nosso adentrar pelos contratos, então indicamos isso. O desdobramento levou a demissão do gestor por justa causa. (...). Eu que fiz o trabalho para detectar os problemas que detectamos", defende.

Reportagem do jornal Valor Econômico informou que a ex-gerente Venina avisou à atual presidente da Petrobras, Graça Foster, à época diretora de Gás e Energia, e Sérgio Gabrielli sobre irregularidades em convênios na estatal.

Por meio de nota, a estatal contestou a reportagem:

Esclarecimento

A Petrobras esclarece que, em relação à matéria publicada no Valor Pro de 11/12/2014, sob o título " Diretoria da Petrobras foi informada de desvios de bilhões em contratos", instaurou comissões internas em 2008 e 2009 para averiguar indícios de irregularidades em contratos e pagamentos efetuados pela gerência de Comunicação do Abastecimento. O ex-gerente da área foi demitido por justa causa em 03 de abril de 2009, por desrespeito aos procedimentos de contratação da companhia. Porém, a demissão não foi efetivada naquela ocasião porque seu contrato de trabalho estava suspenso, em virtude de afastamento por licença médica, vindo a ocorrer em 2013. O resultado das análises foi encaminhado às autoridades competentes.

Em relação aos procedimentos na área de Bunker, após resultado do Grupo de Trabalho constituído em 2012, a Petrobras aprimorou os procedimentos de compra e venda com a implementação de controles e registros adicionais. Com base no relatório final, a Companhia adotou as providências administrativas e negociais cabíveis. A Petrobras possui uma área corporativa responsável pelo controle de movimentações e auditoria de perdas de óleo combustível, que não constatou nenhuma não conformidade no período de 2012 a 2014.

Como mencionado em comunicados anteriores, a Comissão Interna de Apuração constituída para avaliar os processos de contratações para as obras da RNEST concluiu as apurações e encaminhou o Relatório Final para os órgãos de controle e autoridades competentes.

Assim, fica demonstrado que a Companhia apurou todas as informações enviadas pela empregada citada na matéria.

 

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