Rossetto: “Crise revela quem é o usurpador Temer”

Ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Miguel Rossetto avalia, sobre o escândalo Geddel, que "a crise é grave e revela quem é o usurpador Temer, um presidente ilegítimo que transforma o Palácio do Planalto numa casa de tráfico de interesses particulares. Este governo acabou"; para ele, a situação "exige uma saída democrática"; "O povo brasileiro na sua soberania deve decidir por um novo projeto para o país. Eleições diretas já"

Ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Miguel Rossetto avalia, sobre o escândalo Geddel, que "a crise é grave e revela quem é o usurpador Temer, um presidente ilegítimo que transforma o Palácio do Planalto numa casa de tráfico de interesses particulares. Este governo acabou"; para ele, a situação "exige uma saída democrática"; "O povo brasileiro na sua soberania deve decidir por um novo projeto para o país. Eleições diretas já"
Ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Miguel Rossetto avalia, sobre o escândalo Geddel, que "a crise é grave e revela quem é o usurpador Temer, um presidente ilegítimo que transforma o Palácio do Planalto numa casa de tráfico de interesses particulares. Este governo acabou"; para ele, a situação "exige uma saída democrática"; "O povo brasileiro na sua soberania deve decidir por um novo projeto para o país. Eleições diretas já" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff Miguel Rossetto criticou nesta sexta-feira 25 a conduta de Michel Temer diante das acusações de que teria pressionado o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero para beneficiar pessoalmente o agora ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima.

"A crise é grave e revela quem é o usurpador Temer, um presidente ilegítimo que transforma o Palácio do Planalto numa casa de tráfico de interesses particulares. Este governo acabou", disse o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e do Trabalho.

"O presidente da República e o chefe da Casa Civil se envolvem ilegalmente para defender a aquisição de um apartamento irregular do secretário de governo. É um escândalo, é o fim", critica ainda.

Para Rossetto, a crise política é grave, vai crescer e caminhar para uma crise institucional insustentável a partir também das delações de Marcelo Odebrecht e Eduardo Cunha. "Essa crise grave exige uma saída democrática. O povo brasileiro na sua soberania deve decidir por um novo projeto para o país. Eleições diretas já".

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