Rossetto: 'dialogo deve ser uma marca deste governo'

Secretário geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, encerrou as agendas em Porto Alegre com uma longa conversa com a Coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul; "É um diálogo transparente e verdadeiro que tem o objetivo de avaliar nossas políticas públicas e construir novas. Estamos dando sequência a uma agenda ampla de escuta dos movimentos sociais. Queremos que isto seja uma marca permanente do governo", falou Rosseto

Secretário geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, encerrou as agendas em Porto Alegre com uma longa conversa com a Coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul; "É um diálogo transparente e verdadeiro que tem o objetivo de avaliar nossas políticas públicas e construir novas. Estamos dando sequência a uma agenda ampla de escuta dos movimentos sociais. Queremos que isto seja uma marca permanente do governo", falou Rosseto
Secretário geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, encerrou as agendas em Porto Alegre com uma longa conversa com a Coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul; "É um diálogo transparente e verdadeiro que tem o objetivo de avaliar nossas políticas públicas e construir novas. Estamos dando sequência a uma agenda ampla de escuta dos movimentos sociais. Queremos que isto seja uma marca permanente do governo", falou Rosseto (Foto: Leonardo Lucena)

Sul 21 - O governo da presidenta Dilma Rousseff está buscando aproximar-se dos movimentos sociais e centrais de trabalhadores para superar o momento de crise política que atravessa. Nesta segunda-feira (30), o secretário geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, encerrou as agendas em Porto Alegre com uma longa conversa com a Coordenação dos Movimentos Sociais do Rio Grande do Sul.

O encontro ocorreu na sede Central Única dos Trabalhadores (CUT), no centro da capital gaúcha, a partir das 18 horas. A sala ficou cheia de representantes da CUT, CTB, Levante Popular da Juventude, Unegro, Sindicato dos Professores do RS (Cpers), Sindipetro, movimentos de luta por moradia, entre outros segmentos sociais.

"É um diálogo transparente e verdadeiro que tem o objetivo de avaliar nossas políticas públicas e construir novas. Estamos dando sequência a uma agenda ampla de escuta dos movimentos sociais. Queremos que isto seja uma marca permanente do governo", falou Rosseto ao final da reunião.

Grandes reformas dependem do Congresso 

O ministro ouviu todas as contribuições e críticas dos trabalhadores, em especial às Medidas Provisórias 664 e 665 editadas por Dilma Rousseff no final de 2014. As medidas determinam novas regras para acesso a benefícios previdenciários como, por exemplo, abono salarial, seguro desemprego e auxílio-doença. No entanto, não foram explicadas por Miguel Rossetto.

“Estamos diante da necessidade de uma arrumação fiscal, na qual inclusive o Congresso Nacional está comprometido, pois votou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Creio que até julho conseguiremos, com o diálogo positivo com o Parlamento, aprovar as medidas que permitam que o Brasil arrume as contas e acelere a retomada de crescimento econômico que garanta emprego e renda ao nosso povo”, afirmou.

Sobre as derrotas do governo no Congresso Nacional pelo comportamento dissidente da base aliada, o ministro disse que a estratégia do governo é se aproximar da sociedade. “Temos clareza de que fomos eleitos com um programa de mudanças e uma agenda de reformas para o país que todos sabem qual é. A orientação da Dilma é que ampliemos o diálogo. Governamos melhor e acertamos mais quando fazemos o diálogo com a sociedade. Nós temos que buscar uma estabilidade positiva no Congresso Nacional que permita que esta agenda de reformas eleita pelo povo brasileiro seja viabilizada”, avaliou Rossetto.

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