São delações para apoiar propósitos do MPF, diz Pimentel sobre acusações

Por meio do seu advogado, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, negou que teria atuado em favor da empreiteira Odebrecht em mudança de incentivos fiscais quando era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); “Delações que não são delações. São versões produzidas para apoiar os propósitos do MPF [Ministério Público Federal]. De um ridículo constrangedor. O Brasil perdeu a capacidade de pensar. Não são mentiras. São só inverdades, produzidas pela interpretação de fatos que acomodam os interesses persecutórios. Chama-se vergonha", afirmou o defensor Eugênio Pacelli

26-09-2016 Governador Fernando Pimentel entrega viaturas da POlicia Civil. Palácio Tiradentes. Foto: Veronica Manevy/Imprensa MG
26-09-2016 Governador Fernando Pimentel entrega viaturas da POlicia Civil. Palácio Tiradentes. Foto: Veronica Manevy/Imprensa MG (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Por meio do seu advogado, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), negou que teria atuado em favor da empreiteira Odebrecht em mudança de incentivos fiscais quando era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). 

“Delações que não são delações. São versões produzidas para apoiar os propósitos do MPF [Ministério Público Federal]. De um ridículo constrangedor. O Brasil perdeu a capacidade de pensar. Não são mentiras. São só inverdades, produzidas pela interpretação de fatos que acomodam os interesses persecutórios. Chama-se vergonha", afirmou o defensor Eugênio Pacelli.

Por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, os episódios que envolvem Pimentel foram enviados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro competente para julgar governadores. Caberá ao STJ analisar o pedido e autorizar o início das diligências solicitadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com seis delatores, foi feito um repasse de R$ 13,5 milhões ao governador em troca de garantias de que os interesses da Odebrecht fossem atendidos no ministério.

 

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