Sáude tem dívidas de R$ 118 milhões, diz secretária

A Secretária de Estado da Saúde de Alagoas, Rosângela Wyszomirska, revelou que a pasta tem cerca de R$ 118 milhões em dívidas herdadas da gestão do ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSBD); “Não cabe à Sesau fazer prejulgamento sobre se há irregularidades em processos de pagamento. Vamos pegar cada contrato e negociar um a um, buscando um desconto maior para, desta forma, mantermos nossas unidades abastecidas”'; justificativa ocorre após protestos de fornecedores que reclamam da falta de pagamento

A Secretária de Estado da Saúde de Alagoas, Rosângela Wyszomirska, revelou que a pasta tem cerca de R$ 118 milhões em dívidas herdadas da gestão do ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSBD); “Não cabe à Sesau fazer prejulgamento sobre se há irregularidades em processos de pagamento. Vamos pegar cada contrato e negociar um a um, buscando um desconto maior para, desta forma, mantermos nossas unidades abastecidas”'; justificativa ocorre após protestos de fornecedores que reclamam da falta de pagamento
A Secretária de Estado da Saúde de Alagoas, Rosângela Wyszomirska, revelou que a pasta tem cerca de R$ 118 milhões em dívidas herdadas da gestão do ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSBD); “Não cabe à Sesau fazer prejulgamento sobre se há irregularidades em processos de pagamento. Vamos pegar cada contrato e negociar um a um, buscando um desconto maior para, desta forma, mantermos nossas unidades abastecidas”'; justificativa ocorre após protestos de fornecedores que reclamam da falta de pagamento (Foto: Voney Malta)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Alagoas247 - A Secretária de Estado da Saúde, Rosângela Wyszomirska, afirmou, na tarde desta quinta-feira (14), durante entrevista coletiva à imprensa, que a pasta tem cerca de R$ 118 milhões em dívidas herdadas da gestão do ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSBD). Na entrevista, ela disse não querer responsabilizar ninguém pela dívida milionária, ressaltando, contudo, que este valor pode ser ainda maior, já que, diariamente, fornecedores entram em contato com o departamento competente para relatar débitos com a Sesau. 

De acordo com Rosângela, a Sesau vem buscando, 'por meio do diálogo', chegar a um acordo com todos os fornecedores. No entanto, explicou ela, o processo 'requer tempo e paciência', já que o levantamento do débito ainda está sendo realizado. Somente nesta semana, os empresários que dizem ter dinheiro a receber da secretaria fecharam três vezes a Avenida da Paz. 

“Não cabe à Sesau fazer prejulgamento sobre se há irregularidades em processos de pagamento. Também não podemos apontar o que aconteceu. O que podemos afirmar é que nossa situação financeira é esta. Vamos pegar cada contrato e negociar um a um, buscando um desconto maior para, desta forma, mantermos nossas unidades abastecidas”, explicou a secretária, acrescentando que é, hoje, o pagamento dos R$ 118 milhões 'é impossível'. 

E apesar do registro de queda nos repasses federais, a secretária assegurou que, a partir da próxima semana, os fornecedores serão chamados a tomar conhecimento da realidade financeira da pasta. Ela explicou também que a Sesau tem trabalhado para pagar parte das dívidas, já tendo solucionado, parcialmente, alguns dos débitos. 

"Apelo para o bom senso de todos, pois, o bem maior é a vida das pessoas. Vamos conversar com cada um. Entendemos a situação e não queremos que nenhuma empresa feche. Hoje, a secretaria não teria recursos para quitar tudo de uma só vez". 

Na oportunidade, a secretária afirmou também que, assim que a nova gestão tomou posse, a Sesau encaminhou cerca de seis mil processos de pagamento à Controladoria Geral do Estado (CGE), a fim de que esta realizasse uma auditoria, mas, até agora, cinco meses após o início da atual gestão, apenas mil retornaram à pasta. Tais processos totalizam, ainda segundo a Sesau, cerca de R$ 31 milhões.

PROTESTO

No início da tarde desta quinta-feira (14), mais uma vez, fornecedores da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) bloquearam um trecho da Avenida da Paz. Os trabalhadores questionam a falta depagamento por parte do órgão.

Segundo informações de um dos fornecedores, que preferiu não se identificar, “existem documentos que deveriam ter sido pagos no início do ano e até o momento o compromisso não foi honrado pela secretaria”.

Com gazetaweb.com

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247