Seca castiga a economia de Minas Gerais

Os mais de cem dias sem chuva em boa parte das cidades mineiras têm preocupado produtores de café, soja, milho e de frutas; Especialistas avaliam que, no cultivo de café, do qual Minas é responsável por cerca de 50% da produção nacional, a seca dos últimos anos pode derrubar em até 20% as projeções da próxima colheita – prevista em cerca de 25 milhões de sacas para o Estado

Os mais de cem dias sem chuva em boa parte das cidades mineiras têm preocupado produtores de café, soja, milho e de frutas; Especialistas avaliam que, no cultivo de café, do qual Minas é responsável por cerca de 50% da produção nacional, a seca dos últimos anos pode derrubar em até 20% as projeções da próxima colheita – prevista em cerca de 25 milhões de sacas para o Estado
Os mais de cem dias sem chuva em boa parte das cidades mineiras têm preocupado produtores de café, soja, milho e de frutas; Especialistas avaliam que, no cultivo de café, do qual Minas é responsável por cerca de 50% da produção nacional, a seca dos últimos anos pode derrubar em até 20% as projeções da próxima colheita – prevista em cerca de 25 milhões de sacas para o Estado (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Os mais de cem dias sem chuva em boa parte das cidades mineiras têm preocupado produtores de café, soja, milho e de frutas.

De acordo com especialistas, no cultivo de café, do qual Minas é responsável por cerca de 50% da produção nacional, a avaliação de a seca dos últimos anos pode derrubar em até 20% as projeções da próxima colheita – prevista em cerca de 25 milhões de sacas para o Estado. As informações são do jornal Hoje em Dia.

No caso da produção de gado de corte, os impactos mais fortes ocorrem no Norte de Minas, que vem acumulando perdas em mais de seis anos de seca na região. No período, a redução da área de pastagem na região chega a cerca de 70% (mais de 500 mil hectares). O rebanho encolheu de 3,5 milhões de cabeças para 1,4 milhão, informou Ricardo Alta, do Sindicato Rural de Montes Claros. “Havia dois grandes frigoríficos na cidade, cada um com cerca de mil abates por dia. Hoje resta um, com 300 a 400 abates”, diz Ricardo.

No caso da atividade extrativa em Minas Gerais, fontes do mercado apontam que a mineradora Kinross Gold Corporation, que opera em Paracatu, na região Noroeste do Estado, teve uma redução de 80% de sua produção e metade do seu quadro de funcionários está em férias coletivas.

 

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