Sem segurança, Guarda Municipal desativa postos

O problema da segurança pública da Bahia é tão grave que já beira o absurdo; 64 dos 142 postos da Guarda Municipal de Salvador foram desativados por falta de segurança para os próprios agentes; há diversas ocorrências de criminosos que não se intimidam com a presença dos guardas; "A partir do momento que é detectado algum tipo de intimidação é retirado o guarda municipal, já que ele vira um alvo fácil", diz Peterson Tanan, titular da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência, responsável pela Guarda

O problema da segurança pública da Bahia é tão grave que já beira o absurdo; 64 dos 142 postos da Guarda Municipal de Salvador foram desativados por falta de segurança para os próprios agentes; há diversas ocorrências de criminosos que não se intimidam com a presença dos guardas; "A partir do momento que é detectado algum tipo de intimidação é retirado o guarda municipal, já que ele vira um alvo fácil", diz Peterson Tanan, titular da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência, responsável pela Guarda
O problema da segurança pública da Bahia é tão grave que já beira o absurdo; 64 dos 142 postos da Guarda Municipal de Salvador foram desativados por falta de segurança para os próprios agentes; há diversas ocorrências de criminosos que não se intimidam com a presença dos guardas; "A partir do momento que é detectado algum tipo de intimidação é retirado o guarda municipal, já que ele vira um alvo fácil", diz Peterson Tanan, titular da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência, responsável pela Guarda (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O problema da segurança pública da Bahia é tão grave que já beira o absurdo. Reportagem do jornal Correio, na edição desta segunda-feira (6), afirma que 64 dos 142 postos da Guarda Municipal de Salvador foram desativados por falta de segurança para os próprios agentes.

Segundo o comando do órgão, há diversas ocorrências de criminosos que não se intimidam com a presença dos guardas. Uma equipe da GM já foi expulsa, por exemplo, do Porto Hidroviário de Plataforma, de onde saem embarcações para a Ribeira, relatou o tenente-coronel Peterson Tanan Portinho, titular da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev), responsável pela Guarda Municipal.

"A partir do momento que é detectado algum tipo de intimidação é retirado o guarda municipal, já que ele vira um alvo fácil", afirmou Portinho.

Atualmente, os guardas usam somente armas não letais: teaser (arma de choque), cassetete e spray de pimenta. A superintendência estima que, a partir deste mês, 75 integrantes da GM estejam aptos a manusear armas de fogo, após treinamento junto à Polícia Militar e à Secretaria Nacional da Segurança Pública (Senasp).

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