Sepultada a CEI, Elias leva fraudes na Comurg á PF

Caso vai parar na Polícia Federal com a denúncia de crime contra o sistema financeiro, já que a diretoria de sindicato dos empregados, o Seacons, mantinha esquema ilegal de agiotagem, com cobrança de juros média de 60% ao ano, com autorização da Comurg para desconto em folha; Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) também é acionada; base do prefeito Paulo Garcia e o chamado Bloco Moderado impediram investigação na Câmara

Caso vai parar na Polícia Federal com a denúncia de crime contra o sistema financeiro, já que a diretoria de sindicato dos empregados, o Seacons, mantinha esquema ilegal de agiotagem, com cobrança de juros média de 60% ao ano, com autorização da Comurg para desconto em folha; Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) também é acionada; base do prefeito Paulo Garcia e o chamado Bloco Moderado impediram investigação na Câmara
Caso vai parar na Polícia Federal com a denúncia de crime contra o sistema financeiro, já que a diretoria de sindicato dos empregados, o Seacons, mantinha esquema ilegal de agiotagem, com cobrança de juros média de 60% ao ano, com autorização da Comurg para desconto em folha; Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) também é acionada; base do prefeito Paulo Garcia e o chamado Bloco Moderado impediram investigação na Câmara (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás247_ O vereador Elias Vaz (PSB) decidiu informar oficialmente a polícia sobre irregularidades na Comurg. Ele deve representar na Polícia Federal denúncia de crime contra o sistema financeiro, já que a diretoria do Sindicato dos Empregados nas Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Pública e Ambiental, Coleta de Lixo e Similares do Estado de Goiás (Seacons) mantinha esquema ilegal de agiotagem, com cobrança de juros média de 60% ao ano, com autorização da Comurg para desconto em folha.

Elias Vaz também vai fazer um aditamento, ou seja, apresentar novas irregularidades a uma representação já feita por ele, em novembro, na Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) para informar sobre o esquema de agiotagem e ainda sobre repasses da Comurg ao Sindicato de quase R$3 milhões em 10 anos e de 0,2% do valor bruto da folha de pagamento da Companhia à Associação dos Trabalhadores da Comurg (Ascom) e suposto desvio de recursos do Seacons em benefício de diretores do Sindicato. 

“Apesar de a maioria dos vereadores terem se recusado a apurar o que está acontecendo na Comurg, temos fortes indícios de que verdadeiros crimes estão sendo praticados ali dentro e esses crimes precisam ser apurados e os responsáveis punidos”, afirma o vereador.

O requerimento que pedia instalação de Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar irregularidades na Comurg foi apresentado nesta terça-feira em plenário por  Elias Vaz (PSB) e deve ser arquivado por falta de assinaturas. Eram necessárias 12, mas apenas oito vereadores assinaram o documento. “É lamentável que muitos vereadores prefiram se omitir e ser coniventes com tantas irregularidades”, destaca Elias Vaz.

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