Servidores da Adapec-TO paralisam atividades

Os servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec­TO) decidiram paralisar suas atividades em todo o Estado; as principais reivindicações da categoria são: implementação do pagamento do adicional de insalubridade no grau mínimo, o pagamento das progressões em atraso dos anos de 2014, 2015 e 2016, bem como seus respectivos retroativos; avaliação e concessão da estabilidade aos servidores do último concurso

Os servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec­TO) decidiram paralisar suas atividades em todo o Estado; as principais reivindicações da categoria são: implementação do pagamento do adicional de insalubridade no grau mínimo, o pagamento das progressões em atraso dos anos de 2014, 2015 e 2016, bem como seus respectivos retroativos; avaliação e concessão da estabilidade aos servidores do último concurso
Os servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec­TO) decidiram paralisar suas atividades em todo o Estado; as principais reivindicações da categoria são: implementação do pagamento do adicional de insalubridade no grau mínimo, o pagamento das progressões em atraso dos anos de 2014, 2015 e 2016, bem como seus respectivos retroativos; avaliação e concessão da estabilidade aos servidores do último concurso (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - Os servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec­TO) decidiram paralisar suas atividades nesta segunda-feira (2) em todo o Estado. As principais reivindicações da categoria são: implementação do pagamento do adicional de insalubridade no grau mínimo, o pagamento das progressões em atraso dos anos de 2014, 2015 e 2016, bem como seus respectivos retroativos; avaliação e concessão da estabilidade aos servidores do último concurso.

Não está descartada uma greve dos servidores durante neste mês, que é de campanha de vacinação contra Febre Aftosa e visita da Missão Europeia. Segundo o Conexão Tocantins, o presidente da AFA­TO, Wiston Gomes, afirmou que espera do governo uma proposta viável. Ele disse, ainda, que, “os servidores não querem greve, mas o governo nos obriga a isso”. 

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