Servidores da PBH decidirão greve em assembleia

Será decidido em assembleia, na tarde desta terça-feira (20), o destino da greve dos servidores municipais de BH; segundo o presidente do Sindicado dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), a proposta de reajuste salarial do governo não é satisfatória perto do requisitado pelos servidores; "Eles fizeram alterações, mas sem avanços consideráveis. E, como o aumento não será incorporado ao salário, não traz reflexos em férias, quinquênios,aposentadoria... Tudo vai depender dos funcionários aceitarem ou não"

Será decidido em assembleia, na tarde desta terça-feira (20), o destino da greve dos servidores municipais de BH; segundo o presidente do Sindicado dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), a proposta de reajuste salarial do governo não é satisfatória perto do requisitado pelos servidores; "Eles fizeram alterações, mas sem avanços consideráveis. E, como o aumento não será incorporado ao salário, não traz reflexos em férias, quinquênios,aposentadoria... Tudo vai depender dos funcionários aceitarem ou não"
Será decidido em assembleia, na tarde desta terça-feira (20), o destino da greve dos servidores municipais de BH; segundo o presidente do Sindicado dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), a proposta de reajuste salarial do governo não é satisfatória perto do requisitado pelos servidores; "Eles fizeram alterações, mas sem avanços consideráveis. E, como o aumento não será incorporado ao salário, não traz reflexos em férias, quinquênios,aposentadoria... Tudo vai depender dos funcionários aceitarem ou não" (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Minas 247 - A continuidade da greve de servidores públicos de Belo Horizonte, que já dura 15 dias, deve ser decidida neste terça-feira (20), em uma assembleia na Praça da Estação. 

O presidente do Sindicato de Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (SindiBel), Israel Arimar, a contraproposta do governo municipal aos requisitos dos servidores, como o reajuste salarial de 25% a ser pago entre 2015 e 2016, não é satisfatória. "Eles fizeram alterações, mas sem avanços consideráveis. E, como o aumento não será incorporado ao salário, não traz reflexos em férias, quinquênios,aposentadoria... Tudo vai depender dos funcionários aceitarem ou não"

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