Servidores da Polícia Civil de MG entram em greve

Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais entraram em greve; a categoria reivindica igualdade entre os salários de escrivães e investigadores com peritos criminais e médicos legistas, além da isonomia  também na remuneração de delegados e defensores públicos, de acordo com o Sindicatos dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG); a entidade informou que 70% dos serviços estão suspensos no estado

Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais entraram em greve; a categoria reivindica igualdade entre os salários de escrivães e investigadores com peritos criminais e médicos legistas, além da isonomia  também na remuneração de delegados e defensores públicos, de acordo com o Sindicatos dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG); a entidade informou que 70% dos serviços estão suspensos no estado
Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais entraram em greve; a categoria reivindica igualdade entre os salários de escrivães e investigadores com peritos criminais e médicos legistas, além da isonomia  também na remuneração de delegados e defensores públicos, de acordo com o Sindicatos dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG); a entidade informou que 70% dos serviços estão suspensos no estado (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais entraram em greve, nesta segunda-feira (20). A categoria reivindica igualdade entre os salários de escrivães e investigadores com peritos criminais e médicos legistas, além da isonomia  também na remuneração de delegados e defensores públicos, de acordo com o Sindicatos dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG). A entidade informou que 70% dos serviços estão suspensos no estado.  

A categoria também pede a chamada de excedentes dos concursos que estão dentro do prazo de validade e a realização de novos concursos para aumentar o efetivo de policiais. Segundo o Sindpol-MG, existe um déficit de aproximadamente 50% na corporação, o que prejudica a população e sobrecarrega os servidores.

Servidores se reuniram, na última quinta-feira (16), com a representantes da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). Em nota, o órgão disse que apresentou aos grevistas a garantia do pagamento integral do abono fardamento na folha de julho, além da criação de um grupo para fazer estudos do plano de carreira de funcionários da corporação.

 




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