Servidores da Ufal protestam em carreata

Em greve que já dura quase três meses, servidores, professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam ações desde o início da manhã com panfletagem, carreata e apitaço pelas ruas de Maceió; eles cobram melhores salários e condições de trabalho; movimento grevista acontece em 23 universidades

Em greve que já dura quase três meses, servidores, professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam ações desde o início da manhã com panfletagem, carreata e apitaço pelas ruas de Maceió; eles cobram melhores salários e condições de trabalho; movimento grevista acontece em 23 universidades
Em greve que já dura quase três meses, servidores, professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam ações desde o início da manhã com panfletagem, carreata e apitaço pelas ruas de Maceió; eles cobram melhores salários e condições de trabalho; movimento grevista acontece em 23 universidades (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Servidores, professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam, até o começo da tarde desta terça-feira (18), uma série de atividades que fazem parte das mobilizações realizadas a nível estadual e nacional do movimento grevista em instituições públicas de todo o país. 

De acordo com Jeamerson Santos, do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal), a concentração dos manifestantes começou por volta das 8h da manhã de hoje, de frente ao campus A.C. Simões, na Cidade Universitária. 

Lá, eles realizaram uma panfletagem e depois seguiram em carreata até as avenidas Durval de Góes de Monteiro e Fernandes Lima, nos bairros do Tabuleiro do Martins e Farol, onde fizeram uma apitaço cobrando melhorias salariais e condições de trabalho. Cerca de 100 carros seguiram em marcha lenta pelos trechos das avenidas.

"O nosso objetivo principal é abrir espaço para negociação e manter um diálogo aberto com todos. Infelizmente, não é isso que estamos vendo. O governo propõe um aumento salarial de 21,3% dividido em quatro vezes. É um valor muito abaixo do que queremos e é por isso que vamos continuar com a greve. Desejamos um aumento de 27,3% contando apenas com a reposição da inflação", explicou. 

O destino final dos servidores é a Praça Sinimbu, Centro de Maceió. Lá, eles devem se unir aos trabalhadores do INSS e Justiça Federal, visando fortalecer o movimento. Os manifestantes devem chegar à praça ainda no começo da tarde de hoje. Os servidores, professores e técnicos da universidade querem se reunir com membros do governo a fim de alinhar as negociações, mas o encontro não foi agendado e ainda não aconteceu. 

GREVE JÁ DURA QUASE TRÊS MESES 

No próximo dia 28, a greve dos servidores, professores e técnicos da Ufal completa três meses. Ainda não há previsão de retorno das atividades devido ao silêncio prolongado do governo. Em Maceió, os servidores estão unificando a paralisação com os professores, que também cumprem o calendário de greve.

O movimento grevista acontece em 23 universidades do país. A pauta de reivindicações prevê a estruturação da carreira, com progressões consideradas justas pelos servidores, reajuste salarial de 27% e implantação da data-base.

Com gazetaweb.com

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