Servidores de Teresina protestam contra Temer

Servidores Municipais da Prefeitura de Teresina realizaram uma assembléia geral e aprovaram um calendário de paralisações; ainda estão programados mais dois atos nos dias 22 e 29 de setembro; os servidores se posicionam contra o pacote de reformas do governo Temer, que irá prejudicar os trabalhadores, e pelo não pagamento dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) aos profissionais do Magistério de Teresina

Servidores Municipais da Prefeitura de Teresina realizaram uma assembléia geral e aprovaram um calendário de paralisações; ainda estão programados mais dois atos nos dias 22 e 29 de setembro; os servidores se posicionam contra o pacote de reformas do governo Temer, que irá prejudicar os trabalhadores, e pelo não pagamento dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) aos profissionais do Magistério de Teresina
Servidores Municipais da Prefeitura de Teresina realizaram uma assembléia geral e aprovaram um calendário de paralisações; ainda estão programados mais dois atos nos dias 22 e 29 de setembro; os servidores se posicionam contra o pacote de reformas do governo Temer, que irá prejudicar os trabalhadores, e pelo não pagamento dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) aos profissionais do Magistério de Teresina (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Do Piauí Hoje - Servidores Municipais da Prefeitura de Teresina realizaram uma assembléia geral agora pouco e aprovaram um calendário de paralisações, que começou hoje, quinta-feira(15), com um ato público no centro de Teresina em frente ao prédio da prefeitura. No calendário ainda estão programados mais dois atos nos dias 22 e 29 de setembro. 

Na pauta de reivindicações, os servidores se posicionam contra o pacote de reformas do governo Temer, que irá prejudicar os trabalhadores, e pelo não pagamento dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) aos profissionais do Magistério de Teresina, que somam atualmente mais de 200 milhões de reais, sem qualquer previsão de repasse aos professores por parte da atual gestão, mesmo sendo uma obrigação legal da gestão. 

A reforma trabalhista e a tentativa de regulamentação do processo de terceirização vêm sendo alvo de constantes críticos dos trabalhadores em nível nacional. Eles entenderem que as terceirizações vão fragilizar a legislação e, como consequência, retirar direitos dos empregados.
 
Dentre as propostas de reforma trabalhista, o PL 4193, que autoriza a prevalência do "negociado sobre o legislado" também é criticado, pois, de acordo com a classe trabalhadora, abre brecha para o descumprimento da lei, ao dar preferência a negociações entre patrões e empregados para a resolução de eventuais impasses.

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