Servidores param na próxima semana

Professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram, durante assembleia, realizar uma paralisação de advertência a partir da próxima semana; embora reclamem da falta de condições de trabalho, o principal motivo é o não avanço na negociação de reajuste salarial; desde maio, data base da categoria, até agora o governo não apresentou nenhuma proposta; Estado já anunciou que reajuste depende da renegociação da dívida

Professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram, durante assembleia, realizar uma paralisação de advertência a partir da próxima semana; embora reclamem da falta de condições de trabalho, o principal motivo é o não avanço na negociação de reajuste salarial; desde maio, data base da categoria, até agora o governo não apresentou nenhuma proposta; Estado já anunciou que reajuste depende da renegociação da dívida
Professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram, durante assembleia, realizar uma paralisação de advertência a partir da próxima semana; embora reclamem da falta de condições de trabalho, o principal motivo é o não avanço na negociação de reajuste salarial; desde maio, data base da categoria, até agora o governo não apresentou nenhuma proposta; Estado já anunciou que reajuste depende da renegociação da dívida (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Professores e funcionários da rede estadual de ensino decidiram cruzar os braços a partir da próxima semana. A paralisação de advertência, definida em assembleia nesta sexta-feira (22), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), começa na quinta (28) e terá duração de cinco dias. 

A proposta foi votada pelas categorias após uma série de discussões quanto à falta de condições de trabalho. O principal motivo para parar as atividades, no entanto, é o não avanço na negociação de reajuste salarial. Até agora, o secretário de Educação, Luciano Barbosa, não apresentou nenhum percentual de aumento.

A data base dos trabalhadores da Educação, porém, é em maio e desde então eles esperam uma proposição do governo. "O secretário e vice-governador disse que podemos ou não ter reajuste e que isso vai depender da renegociação da dívida de Alagoas. Mas nossa data base foi em maio e esperamos uma proposta", disse a presidente do Sinteal, Maria Consuelo. 

As 72 horas de aviso quanto à mobilização exigidas pela Justiça começam a contar a partir de segunda-feira, enquanto a paralisação tem início na quinta. Durante os cinco dias, o sindicato fará diversas atividades e, na próxima quarta, a categoria se reúne novamente para decidir se entra em greve permanente.

Com gazetaweb.com

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