Servidores protestam em frente ao Palácio Araguaia

Os servidores públicos do Estado protestaram em frente o Palácio Araguaia pelo pagamento imediato da data­base de 2016 e dos retroativos de 2015, ameaçando deflagrar uma greve geral de todos os órgãos de serviços públicos caso o governo não apresente uma proposta às solicitações; nenhum representante do governo recebeu as categorias para conversar

Os servidores públicos do Estado protestaram em frente o Palácio Araguaia pelo pagamento imediato da data­base de 2016 e dos retroativos de 2015, ameaçando deflagrar uma greve geral de todos os órgãos de serviços públicos caso o governo não apresente uma proposta às solicitações; nenhum representante do governo recebeu as categorias para conversar
Os servidores públicos do Estado protestaram em frente o Palácio Araguaia pelo pagamento imediato da data­base de 2016 e dos retroativos de 2015, ameaçando deflagrar uma greve geral de todos os órgãos de serviços públicos caso o governo não apresente uma proposta às solicitações; nenhum representante do governo recebeu as categorias para conversar (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - Os servidores públicos do Estado protestaram, nessa terçafeira (5), em frente o Palácio Araguaia pelo pagamento imediato da data­base de 2016 e dos retroativos de 2015, ameaçando deflagrar uma greve geral de todos os órgãos de serviços públicos caso o governo não apresente uma proposta às solicitações. Nenhum representante do governo recebeu as categorias para conversar.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, o protesto é contra o “silêncio do governo” sobre as demandas apresentadas pelos servidores. “Essa concentração de agora a tarde, se dá em razão do silêncio do governo no sentido de não apresentar uma proposta para o pagamento da data­base”, disse ao Portal T1 Notícias.

A última alternativa apresentada, em maio, pelo Comitê Gestor do Governo era de que o retroativo da data­base 2015 fosse parcelado. O governo alegou que, por conta das dificuldades financeiras do Estado, não poderia implementar o pagamento da data­base 2016, que traria o impacto financeiro de R$ 307 milhões por ano aos cofres públicos.

 

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