Servidores públicos de BH fazem assembleia

Servidores municipais de Belo Horizonte fizeram mais uma assembleia para discutir questões salariais e outras reivindicações que estão em negociação com a prefeitura. Ficou definido que haverá mobilizações de acordo com as reivindicações de cada categoria, de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel); entre as reivindicações estão aumento salarial, reajuste de R$ 10 no vale-alimentação e revisão dos valores que eles pagam pelos planos de saúde

Servidores municipais de Belo Horizonte fizeram mais uma assembleia para discutir questões salariais e outras reivindicações que estão em negociação com a prefeitura. Ficou definido que haverá mobilizações de acordo com as reivindicações de cada categoria, de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel); entre as reivindicações estão aumento salarial, reajuste de R$ 10 no vale-alimentação e revisão dos valores que eles pagam pelos planos de saúde
Servidores municipais de Belo Horizonte fizeram mais uma assembleia para discutir questões salariais e outras reivindicações que estão em negociação com a prefeitura. Ficou definido que haverá mobilizações de acordo com as reivindicações de cada categoria, de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel); entre as reivindicações estão aumento salarial, reajuste de R$ 10 no vale-alimentação e revisão dos valores que eles pagam pelos planos de saúde (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Servidores municipais de Belo Horizonte fizeram, nesta quarta-feira (4), mais uma assembleia para discutir questões salariais e outras reivindicações que estão em negociação com a prefeitura. Ficou definido que haverá mobilizações de acordo com as reivindicações de cada categoria, de acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel). Entre as reivindicações estão aumento salarial, reajuste de R$ 10 no vale-alimentação e revisão dos valores que eles pagam pelos planos de saúde. 

Funcionários de diversos setores aderiram às paralisações, entre eles, os do setor da saúde. Na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no bairro Primeiro de Maio, na região norte da capital mineira, pacientes reclamaram do atendimento lento, mas os funcionários não confirmaram se havia paralisação. A maior queixa foi a falta de pediatra. As informações são do G1.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o atendimento nos centros de saúde não foi interrompido e que a equipe médica na UPA Primeiro de Maio estava completa. A prefeitura disse que, por conta do atual das finanças públicas, não tem condições de atender as reivindicações que gerem despesas.

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