Sigilo bancário de Aécio começa a chegar ao STF

Já começaram a chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF) os dados do sigilo bancário de Aécio e Andrea Neves, na ação que investiga a relação dos irmãos Neves com a JBS; a Receita Federal já enviou declarações de Imposto de Renda e o Banco Central encaminhou dados de movimentações financeiras; faltam as operações de apenas dois bancos: o Banco do Brasil, que pediu mais 30 dias de prazo; e do Banco Rural que, em liquidação extrajudicial, pediu mais 120 dias

andrea neves 
aecio neves
andrea neves  aecio neves (Foto: Charles Nisz)

Minas 247 - Já começaram a chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF) os dados do sigilo bancário de Aécio e Andrea Neves, na ação que investiga a relação dos irmãos Neves com a JBS. Além dos dois, o ministro Marco Aurélio de Mello também pediu a quebra de sigilo de Frederico Pacheco e Mendherson Lima, recebedores da propina para Aécio, informa o colunista Lauro Jardim, no jornal O Globo.

A Receita Federal já enviou as declarações de Imposto de Renda e o Banco Central encaminhou os dados constantes no Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional sobre as movimentações financeiras de Aécio.

O Citibank disse que a consulta precisaria ser feita ao Itaú, para quem a instituição norte-americana vendeu suas operações no varejo. Faltam as operações de apenas dois bancos: o Banco do Brasil, que pediu mais 30 dias de prazo; e do Banco Rural que, em liquidação extrajudicial, pediu mais 120 dias.

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