Sindicatos e partidos de oposição guiam ocupações

Grupos que mantêm ocupação de dez escolas em protesto à gestão por Organização Social na rede de ensino são liderados por partidos de oposição ao governo estadual e sindicatos; em grande parte das escolas, as lideranças são formadas por estudantes universitários e não pelos chamados secundaristas, que são os estudantes do ensino médio; um dos líderes da invasão ao Colégio Polivalente Frei João Batista, em Anápolis, é aluno da UFG e tem ligações com o PT da cidade; movimento afirma que não tem ideologia partidária; Seduce afirma que gestão por OS tem objetivo de melhorar o ensino e não vai retirar nenhum direito de estudantes e professores e avisa que não recuar

Grupos que mantêm ocupação de dez escolas em protesto à gestão por Organização Social na rede de ensino são liderados por partidos de oposição ao governo estadual e sindicatos; em grande parte das escolas, as lideranças são formadas por estudantes universitários e não pelos chamados secundaristas, que são os estudantes do ensino médio; um dos líderes da invasão ao Colégio Polivalente Frei João Batista, em Anápolis, é aluno da UFG e tem ligações com o PT da cidade; movimento afirma que não tem ideologia partidária; Seduce afirma que gestão por OS tem objetivo de melhorar o ensino e não vai retirar nenhum direito de estudantes e professores e avisa que não recuar
Grupos que mantêm ocupação de dez escolas em protesto à gestão por Organização Social na rede de ensino são liderados por partidos de oposição ao governo estadual e sindicatos; em grande parte das escolas, as lideranças são formadas por estudantes universitários e não pelos chamados secundaristas, que são os estudantes do ensino médio; um dos líderes da invasão ao Colégio Polivalente Frei João Batista, em Anápolis, é aluno da UFG e tem ligações com o PT da cidade; movimento afirma que não tem ideologia partidária; Seduce afirma que gestão por OS tem objetivo de melhorar o ensino e não vai retirar nenhum direito de estudantes e professores e avisa que não recuar (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Os grupos que ocupam dez escolas estaduais para protestar contra a adoção do modelo de gestão compartilhada com Organização Social (OS) estão sendo coordenados por partidos de oposição ao governo estadual e sindicatos. 

"As ocupações nas escolas estaduais goianas, que ontem atingiam oito unidades, contam com membros de diversos coletivos (associação de pessoas com objetivos comuns), de partidos de esquerda e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), com apoio do movimento universitário e de professores", afirma matéria desta terça-feira do jornal O Popular.

Em grande parte das escolas, as lideranças são formadas por estudantes universitários e não pelos chamados secundaristas, que são os estudantes do ensino médio. Um dos líderes da invasão ao Colégio Polivalente Frei João Batista, em Anápolis, o estudante Felipe Silva de Freitas, é aluno da Universidade Federal de Goiás e tem fortes ligações com o PT da cidade.

A Secretaria de Educação também avalia que o movimento é contraditório ao não ter uma causa específica e por espalhar informações inverídicas. A secretária Raquel Teixeira garante que todos os direitos de professores e estudantes serão mantidos e o ensino pedagógico vai continuar sob comando da governo e secretaria.

"Organização social não é terceirização, é uma gestão compartilhada. Demoramos muito tempo para formatar este projeto e no começo eu também era reticente, mas conseguimos, depois de muita luta, formatar algo que vai ser muito bom", disse ao Popular.

Raquel também afirmou que o governo não vai recuar. "Não. Estamos convictos de que vai ser bom e muito positivo para a educação. Estudamos muito todas as iniciativas do mundo e sabemos que aqui vai funcionar".

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