Sindipetro promove ato contra o desmonte da Petrobras

O Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul promove um ato em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, contra a política de desmonte da Petrobras patrocinada pelo governo interino de Michel Temer; a atividade integra o Dia Nacional de Luta da categoria e, além da situação da empresa, debaterá as pendências do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017; na avaliação do sindicato, o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, vem usando a falsa justificativa de que a venda de ativos é a solução para salvar a empresa, quando o que pretende, na verdade, é acelerar o desmonte da mesma

O Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul promove um ato em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, contra a política de desmonte da Petrobras patrocinada pelo governo interino de Michel Temer; a atividade integra o Dia Nacional de Luta da categoria e, além da situação da empresa, debaterá as pendências do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017; na avaliação do sindicato, o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, vem usando a falsa justificativa de que a venda de ativos é a solução para salvar a empresa, quando o que pretende, na verdade, é acelerar o desmonte da mesma
O Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul promove um ato em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, contra a política de desmonte da Petrobras patrocinada pelo governo interino de Michel Temer; a atividade integra o Dia Nacional de Luta da categoria e, além da situação da empresa, debaterá as pendências do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017; na avaliação do sindicato, o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, vem usando a falsa justificativa de que a venda de ativos é a solução para salvar a empresa, quando o que pretende, na verdade, é acelerar o desmonte da mesma (Foto: Leonardo Lucena)

Sul 21 - O Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul promove nesta terça-feira (26), desde as 7h45, um ato em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, contra a política de desmonte da Petrobras patrocinada pelo governo interino de Michel Temer. A atividade integra o Dia Nacional de Luta da categoria e, além da situação da empresa, debaterá as pendências do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017. Na avaliação do sindicato, o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, vem usando a falsa justificativa de que a venda de ativos é a solução para salvar a empresa, quando o que pretende, na verdade, é acelerar o desmonte da mesma.

No dia 14 de julho, assinala o sindicato, Parente disse à Agência Estado que a Petrobras pretende “paralisar a produção de 25 plataformas, por até um ano, enquanto negocia a venda das áreas para a iniciativa privada”. Em março, a direção da empresa anunciou a cessão de direitos relativos a 104 concessões terrestres, sendo 98 áreas de produção e seis blocos exploratórios localizados nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo.

Nas mãos da iniciativa privada, avaliam ainda os petroleiros, o volume geral de investimentos diminuirá e a lógica do lucro máximo levará à redução de custos. Essa combinação, sustentam, impactará os níveis de produção, rebaixando o pagamento de royalties, e deverá provocar a eliminação de empregos, precarizando a atividade com o rebaixamento de salários e de direitos. “Para os trabalhadores e trabalhadoras da Petrobras que se encontram na iminência de perder seus postos de trabalho, que laboram há anos nessas áreas que estão sendo postas à venda, voltaremos no tempo à década de 90. O que se descortina para o futuro imediato, é a retomada da política de transferências determinadas ou “procurem um local para trabalhar”, afirma ainda o sindicato.

Assembleia nacional dos trabalhadores

Também na manhã desta terça, as centrais sindicais do país se reúnem, a partir das 10h, em São Paulo, para promover a Assembleia Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras pelo Emprego e Garantia de Direitos. Dirigentes das centrais, confederações, federações e principais sindicatos do país debaterão a construção de uma pauta comum e um calendário nacional de luta para combater o desemprego e as tentativas de desmonte das políticas de inclusão social por parte do governo Temer.

As entidades sindicais pretendem reconstruir a mesma unidade que garantiu conquistas como a política de valorização do salário mínimo e a isenção do Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados para enfrentar os ataques do governo Temer sobre os direitos trabalhistas. “A frase do presidente da CNI sobre a necessidade de ampliar a jornada de trabalho é só uma demonstração do que os patrões serão capazes para aumentar o lucro com redução de direitos em época de crise”, diz o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247