Sintet endurece greve e queima pneus na TO-050

Em reação à decisão do desembargador Marco Villas Boas, que decretou ilegal a greve da Educação, que já dura 68 dias, professores da rede estadual de ensino endureceram o movimento grevista na manhã desta quinta-feira, 13; liderados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), José Roque Santiago, um grupo de servidores interrompeu o trânsito na rodovia TO-050, próximo ao Jardim Aureny IV, região do Sul de Palmas, entre 6h e 8h; com pneus queimados e faixas, os professores protestaram contra a decisão da Justiça; sindicato diz que o fim da paralisação só será decidido após nova assembleia geral da categoria, ainda sem data prevista para acontecer

Em reação à decisão do desembargador Marco Villas Boas, que decretou ilegal a greve da Educação, que já dura 68 dias, professores da rede estadual de ensino endureceram o movimento grevista na manhã desta quinta-feira, 13; liderados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), José Roque Santiago, um grupo de servidores interrompeu o trânsito na rodovia TO-050, próximo ao Jardim Aureny IV, região do Sul de Palmas, entre 6h e 8h; com pneus queimados e faixas, os professores protestaram contra a decisão da Justiça; sindicato diz que o fim da paralisação só será decidido após nova assembleia geral da categoria, ainda sem data prevista para acontecer
Em reação à decisão do desembargador Marco Villas Boas, que decretou ilegal a greve da Educação, que já dura 68 dias, professores da rede estadual de ensino endureceram o movimento grevista na manhã desta quinta-feira, 13; liderados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), José Roque Santiago, um grupo de servidores interrompeu o trânsito na rodovia TO-050, próximo ao Jardim Aureny IV, região do Sul de Palmas, entre 6h e 8h; com pneus queimados e faixas, os professores protestaram contra a decisão da Justiça; sindicato diz que o fim da paralisação só será decidido após nova assembleia geral da categoria, ainda sem data prevista para acontecer (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - Ao invés de cumprirem a decisão do desembargador Marco Villas Boas, que decretou ilegal a greve dos professores e determinou o retorno imediato ao trabalho sob pena de multa e corte de ponto, os servidores da rede estadual endureceram o movimento grevista na manhã desta quinta-feira, 13.

Liderados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), José Roque Santiago, um grupo de servidores interrompeu o trânsito na rodovia TO-050, próximo ao Jardim Aureny IV, região do Sul de Palmas, entre 6h e 8h. Com pneus queimados e faixas, os professores protestaram contra a decisão da Justiça.

Na decisão dessa terça-feira, 11, o desembargador Marco Villas Boas estipulou multa diária de R$ 20 mil ao Sintet caso a greve não fosse encerrada, além do corte no ponto dos trabalhadores que não retornarem ao trabalho. A Secretaria da Educação do Estado garante que irá cumprir a determinação judicial.

Já o Sintet argumenta que ainda não foi notificado da decisão. O sindicato diz também que que o fim da paralisação só será decidido após nova assembleia geral da categoria, ainda sem data prevista para acontecer.

Os profissionais da Educação estão em greve desde o dia 5 de junho. Após várias rodadas de negociações com a Secretaria de Educação do Estado, a categoria se mantém inflexível em suas reivindicações. O Sintet cobra o pagamento das progressões de 2013, 2014 e a implantação das solicitadas em 2015; equiparação salarial do professor normalista (Prono) com o de educação básica (Proeb); reajuste de 13,01% com base no valor do aluno por ano, eleição de diretores de escola de forma direta; enquadramento do administrativo no Plano de Cargos e Carreiras e Remunerações (PCCR); além da regularização da carga horária de pedagogos, comprometida com a municipalização das séries iniciais.

Já o governo do Estado propõe o pagamento dos passivos das progressões referentes a 2013, que corresponde a um valor de cerca de R$ 6,6 milhões, cujo pagamento começará logo após o fim da greve. Sobre as progressões do ano de 2014, o secretário, Adão Francisco de Oliveira, já explicou à imprensa que elas deverão beneficiar mais de cinco mil professores, gerando um impacto de mais de R$ 4,2 milhões. Além disso, como passivo deste reajuste, a Seduc deverá pagar mais cerca de R$ 15,6 milhões. Já as progressões profissionais do ano de 2015, a expectativa é que sejam pagas a partir do segundo semestre de 2016.

Leia também: Justiça declara ilegal greve da Educação

 

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