‘Situação financeira do TO não vai piorar, mas é muito delicada’, diz secretário

O secretário estadual da Fazenda, Paulo Antenor de Oliveira, afirma que as sinalizações para o ano são boas, com a modernização de sistemas da pasta e, principalmente, porque o estado tentará obter R$ 2,5 bilhões dos contribuintes inseridos na dívida ativa; de acordo com o titular da pasta, após o governador Marcelo Miranda, a saúde financeira do Tocantins saiu do quadro de “gravíssimo" e hoje é “grave”. “Piorar não vai, mas ainda é muito delicado”, disse

O secretário estadual da Fazenda, Paulo Antenor de Oliveira, afirma que as sinalizações para o ano são boas, com a modernização de sistemas da pasta e, principalmente, porque o estado tentará obter R$ 2,5 bilhões dos contribuintes inseridos na dívida ativa; de acordo com o titular da pasta, após o governador Marcelo Miranda, a saúde financeira do Tocantins saiu do quadro de “gravíssimo" e hoje é “grave”. “Piorar não vai, mas ainda é muito delicado”, disse
O secretário estadual da Fazenda, Paulo Antenor de Oliveira, afirma que as sinalizações para o ano são boas, com a modernização de sistemas da pasta e, principalmente, porque o estado tentará obter R$ 2,5 bilhões dos contribuintes inseridos na dívida ativa; de acordo com o titular da pasta, após o governador Marcelo Miranda, a saúde financeira do Tocantins saiu do quadro de “gravíssimo" e hoje é “grave”. “Piorar não vai, mas ainda é muito delicado”, disse (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O secretário estadual da Fazenda, Paulo Antenor de Oliveira, afirma que as sinalizações para o ano são boas, com a modernização de sistemas da pasta e, principalmente, porque o estado tentará obter R$ 2,5 bilhões dos contribuintes inseridos na dívida ativa. Do total, R$ 970 milhões são apenas dos 50 maiores devedores.

De acordo com o titular da pasta, após o governador Marcelo Miranda, a saúde financeira do Tocantins saiu do quadro de “gravíssimo" e hoje é “grave”. “Piorar não vai, mas ainda é muito delicado”, disse. O relato foi publicado no site do Cleber Toledo.

Oliveira afirmou que o estado já não tinha ido atrás da cifra bilionária por “falta de foco em cobrança”, que atualmente está nas prioridades da Secretaria Estadual da Fazenda.

De acordo com o titular da pasta, o Tocantins precisaria de mais R$ 50 milhões ao mês para garantir seu equilíbrio. 

 

 

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