Skaf ainda tenta convencer Temer a fazer ajuste sem impostos

Em encontro com vice Michel Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sugere cortes de gastos e outras medidas que, segundo ele, poderiam reequilibrar as contas públicas sem elevar a carga tributária; entre as medidas, estão cortes adicionais no Orçamento de 2016 e a renegociação de contratos do governo federal com fornecedores; as sugestões, no entanto, não devem ser suficientes. Temer já não descarta a volta da CPMF

Em encontro com vice Michel Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sugere cortes de gastos e outras medidas que, segundo ele, poderiam reequilibrar as contas públicas sem elevar a carga tributária; entre as medidas, estão cortes adicionais no Orçamento de 2016 e a renegociação de contratos do governo federal com fornecedores; as sugestões, no entanto, não devem ser suficientes. Temer já não descarta a volta da CPMF
Em encontro com vice Michel Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sugere cortes de gastos e outras medidas que, segundo ele, poderiam reequilibrar as contas públicas sem elevar a carga tributária; entre as medidas, estão cortes adicionais no Orçamento de 2016 e a renegociação de contratos do governo federal com fornecedores; as sugestões, no entanto, não devem ser suficientes. Temer já não descarta a volta da CPMF (Foto: Roberta Namour)
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247 - Em encontro com vice Michel Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), voltou a insistir em ajustes sem impostos para equilibrar a economia.

Ele sugere cortes de gastos e outras medidas que, diz, poderiam reequilibrar as contas públicas sem elevar a carga tributária. Entre as medidas, estão cortes adicionais no Orçamento de 2016 e a renegociação de contratos do governo federal com fornecedores. Também sugere ações já previstas, como cortes de ministérios e cargos, de despesas de viagens e diárias, além de uma ampla desvinculação do salário mínimo, não apenas do Orçamento, mas dos benefícios da Previdência.

“O Skaf veio aqui com quatro economistas da Fiesp que me apresentaram uma proposta de praticamente zerar o déficit. Com isso, o governo ganharia uma folga até outubro para não aumentar impostos. Os cortes de investimentos não atingiriam os programas sociais. Achei essa proposta muito interessante”, disse Temer, ao Globo.

As sugestões, no entanto, não devem ser suficientes. Temer já não descarta a volta da CPMF.

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