Skaf lidera pressão contra aumento de impostos

Em encontro com empresários de diversos setores e representantes de movimentos sociais, o presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de SP, Paulo Skaf, anunciou uma frente para tentar derrubar as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 de ajuste fiscal do governo: “Nosso movimento não é contra ninguém, contra governo nenhum, a favor de governo nenhum, nem ligado a partido nenhum, uma coisa totalmente apolítica e apartidária e tem foco realmente nesse momento que preocupa todo o país”

Em encontro com empresários de diversos setores e representantes de movimentos sociais, o presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de SP, Paulo Skaf, anunciou uma frente para tentar derrubar as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 de ajuste fiscal do governo: “Nosso movimento não é contra ninguém, contra governo nenhum, a favor de governo nenhum, nem ligado a partido nenhum, uma coisa totalmente apolítica e apartidária e tem foco realmente nesse momento que preocupa todo o país”
Em encontro com empresários de diversos setores e representantes de movimentos sociais, o presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de SP, Paulo Skaf, anunciou uma frente para tentar derrubar as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 de ajuste fiscal do governo: “Nosso movimento não é contra ninguém, contra governo nenhum, a favor de governo nenhum, nem ligado a partido nenhum, uma coisa totalmente apolítica e apartidária e tem foco realmente nesse momento que preocupa todo o país” (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de SP, Paulo Skaf, se reuniu nesta segunda-feira (9/3), na sede da Fiesp, com os representantes das centrais sindicais. No encontro, eles anunciaram uma frente para tentar derrubar as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665 de ajuste fiscal do governo.

“Nosso movimento não é contra ninguém, contra governo nenhum, a favor de governo nenhum, nem ligado a partido nenhum, uma coisa totalmente apolítica e apartidária e tem foco realmente nesse momento que preocupa todo o país”, afirmou Skaf.

O grupo, formado por empresários de diversos setores e representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), elegeu três itens iniciais de combate: menos juros, menos impostos e menos gastos públicos.

Um documento com essas posições será encaminhado à presidente Dilma Rousseff na próxima semana.

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