Só CCJ aprova Pró-Redes. Oposição retarda tramitação

Somente a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta (16), o Pró-Redes, projeto que autoriza a contratação de empréstimo de US$ 100 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); o projeto, que poderia já ter sido encaminhado ao plenário, caso também tivesse passado pelas comissões de Saúde e de Economia e Finanças, continuará tramitando de forma lenta, para atrasar ainda mais o seu envio ao BID:

Somente a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta (16), o Pró-Redes, projeto que autoriza a contratação de empréstimo de US$ 100 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); o projeto, que poderia já ter sido encaminhado ao plenário, caso também tivesse passado pelas comissões de Saúde e de Economia e Finanças, continuará tramitando de forma lenta, para atrasar ainda mais o seu envio ao BID:
Somente a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta (16), o Pró-Redes, projeto que autoriza a contratação de empréstimo de US$ 100 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); o projeto, que poderia já ter sido encaminhado ao plenário, caso também tivesse passado pelas comissões de Saúde e de Economia e Finanças, continuará tramitando de forma lenta, para atrasar ainda mais o seu envio ao BID: (Foto: Valter Lima)

Sergipe 247 - Somente a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (16), por unanimidade, o Pró-Redes, projeto que autoriza a contratação de empréstimo de US$ 100 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O projeto, que poderia já ter sido encaminhado ao plenário, caso também tivesse passado pelas comissões de Saúde e de Economia e Finanças, continuará tramitando de forma lenta, para atrasar ainda mais o seu envio ao BID.

Durante a votação na Comissão de Constituição e Justiça o líder do governo, deputado estadual Francisco Gualberto, lamentou o fato das comissões de Saúde e Economia e Finanças, convocadas no dia anterior, não terem sido realizadas juntamente com a CCJ. Segundo ele, se as três comissões fossem realizadas o projeto desceria para votação em plenário. Ele frisou que a decisão judicial não está sendo cumprida.

"O projeto está sendo votado em regime de urgência, o relator (deputado estadual Zeca da Silva) teve quatro dias para fazer o parecer. Não podem pedir vistas. Deveria tramitar em regime de urgência, mas ainda terá que ser analisado na terça-feira", comentou. O presidente da CCJ e líder da bancada de oposição, deputado estadual Venâncio Fonseca, discordou do colega. Disse que o Legislativo seguirá o regimento interno, que define votações.

Venâncio argumentou ao colega que a liminar garante a tramitação em regime de urgência, mas não define o processo de votação. "O Judiciário autorizou a tramitação em regime de urgência, mas em momento algum determina como deve ser votado. O regimento interno será cumprido na íntegra", explicou. O presidente da CCJ lembrou aos colegas que a Comissão de Saúde já havia escolhido relator e que o presidente da comissão de Economia e Finanças, Antônio dos Santos, estava ausente porque foi realizar uma cirurgia na boca.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247