Sob risco de ser preso, Aécio questiona PF sobre gravação da JBS

Senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) encaminhou lista com 27 questionamentos à Polícia Federal pedindo que sejam analisado no âmbito da perícia que será realizada nos áudios gravados pelo empresário do grupo JBS, Joesley Batista, nos quais o parlamentar aparece pedindo R$ 2 milhões em propina; dentre outros pontos, tucano quer que que o órgão responsável pela perícia responda se "considerando os exames realizados, esclarecer se é possível atestar que a gravação apresentada representa com fidelidade e integridade todos as falas ocorridas no encontro gravado? Favor detalhar", pergunta o texto elaborado pela defesa

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aecio (Foto: Paulo Emílio)

Minas 247 - O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) encaminhou uma lista com 27 questionamentos à Polícia Federal pedindo que sejam analisado no âmbito da perícia que será realizada nos áudios gravados pelo empresário do grupo JBS, Joesley Batista, nos quais o parlamentar aparece pedindo R$ 2 milhões em propina sob a alegação de que precisa pagar despesas com advogados na Lava Jato. Os quesitos foram divididos em três blocos que tratam do áudio em si, aspectos gerais da gravação e sobre o equipamento utilizado.

O tucano pede, por exemplo, a verificação de "todos os trechos com ininteligibilidade em qualquer fala, descrevendo suas causas", bem como a identificação das "ocorrências em que há ruídos de grande intensidade, descrevendo-os e apurando suas causas, inclusive se foram captados durante a gravação original ou se foram inseridos posteriormente".

Os advogados querem, ainda, que o órgão responsável pela perícia responda se "considerando os exames realizados, esclarecer se é possível atestar que a gravação apresentada representa com fidelidade e integridade todos as falas ocorridas no encontro gravado? Favor detalhar".

O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) encaminhou uma lista com 27 questionamentos à Polícia Federal pedindo que sejam analisado no âmbito da perícia que será realizada nos áudios gravados pelo empresário do grupo JBS, Joesley Batista, nos quais o parlamentar aparece pedindo R$ 2 milhões em propina sob a alegação de que precisa pagar despesas com advogados na Lava Jato. Os quesitos foram divididos em três blocos que tratam do áudio em si, aspectos gerais da gravação e sobre o equipamento utilizado.

 

O tucano pede, por exemplo, a verificação de “todos os trechos com ininteligibilidade em qualquer fala, descrevendo suas causas”, bem como a identificação das “ocorrências em que há ruídos de grande intensidade, descrevendo-os e apurando suas causas, inclusive se foram captados durante a gravação original ou se foram inseridos posteriormente”.

 

Os advogados querem, ainda, que o órgão responsável pela perícia responda se “considerando os exames realizados, esclarecer se é possível atestar que a gravação apresentada representa com ×delidade e integridade todos as falas ocorridas no encontro gravado? Favor detalhar”. 

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