Soninha nega que demissão tenha sido ‘de comum acordo’ com Doria

Em uma publicação no Facebook nesta quarta-feira 19, Soninha Francine (PPS) contou ter resistido, mas aceitado "gravar um vídeo ao lado do prefeito", que anunciou sua demissão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, causando grande repercussão; "O que não foi de 'comum acordo' foi minha demissão, oras. Eu não concordo, mas ele é o chefe e não precisa da minha concordância para me mandar embora", disse a vereadora, contestando João Doria (PSDB)

Em uma publicação no Facebook nesta quarta-feira 19, Soninha Francine (PPS) contou ter resistido, mas aceitado "gravar um vídeo ao lado do prefeito", que anunciou sua demissão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, causando grande repercussão; "O que não foi de 'comum acordo' foi minha demissão, oras. Eu não concordo, mas ele é o chefe e não precisa da minha concordância para me mandar embora", disse a vereadora, contestando João Doria (PSDB)
Em uma publicação no Facebook nesta quarta-feira 19, Soninha Francine (PPS) contou ter resistido, mas aceitado "gravar um vídeo ao lado do prefeito", que anunciou sua demissão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, causando grande repercussão; "O que não foi de 'comum acordo' foi minha demissão, oras. Eu não concordo, mas ele é o chefe e não precisa da minha concordância para me mandar embora", disse a vereadora, contestando João Doria (PSDB) (Foto: Gisele Federicce)

247 - A vereadora Soninha Francine (PPS) negou nesta quarta-feira 19, em um post no Facebook, que sua demissão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social pelo prefeito João Doria tenha sido "de comum acordo".

O anúncio da demissão foi feito por Doria em um vídeo postado no canal João Doria News, no Youtube, causando grande repercussão. O tucano foi chamado de machista e acusado de assédio moral pelo gesto.

Soninha contou ter resistido, mas aceitado "gravar um vídeo ao lado do prefeito". "O que não foi de 'comum acordo' foi minha demissão, oras. Eu não concordo, mas ele é o chefe e não precisa da minha concordância para me mandar embora", disse a vereadora.

Um dia após a demissão, nesta terça, ela fez um discurso na Câmara Municipal de São Paulo, onde também falou sobre os motivos de sua saída: "É muito difícil se dedicar ao mesmo tempo ao que é estruturante e ao dia a dia. Frequentemente, para você trabalhar com os alicerces, que demoram mais e são menos visíveis, aquilo que seria visível fica para mais tarde e eu escolhi trabalhar com os alicerces, com aquilo que é capaz de sustentar por mais tempo as ações, e que virão".

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