Sossella é investigado por suposto crime eleitoral

De acordo com a denúncia, o coordenador da campanha do candidato e superintendente-geral da Assembleia Legislativa, Artur Alexandre Souto, estaria pressionando funcionários a comprarem convites de R$ 2,5 mil para um jantar de arrecadação de fundos para seu comitê; O evento acontece na próxima quarta-feira (03) na churrascaria Galpão Crioulo; ex-prefeito de Tapejara, Gilmar Sossella (PDT) tenta seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual

De acordo com a denúncia, o coordenador da campanha do candidato e superintendente-geral da Assembleia Legislativa, Artur Alexandre Souto, estaria pressionando funcionários a comprarem convites de R$ 2,5 mil para um jantar de arrecadação de fundos para seu comitê; O evento acontece na próxima quarta-feira (03) na churrascaria Galpão Crioulo; ex-prefeito de Tapejara, Gilmar Sossella (PDT) tenta seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual
De acordo com a denúncia, o coordenador da campanha do candidato e superintendente-geral da Assembleia Legislativa, Artur Alexandre Souto, estaria pressionando funcionários a comprarem convites de R$ 2,5 mil para um jantar de arrecadação de fundos para seu comitê; O evento acontece na próxima quarta-feira (03) na churrascaria Galpão Crioulo; ex-prefeito de Tapejara, Gilmar Sossella (PDT) tenta seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual (Foto: Roberta Namour)

Ana Ávila
Sul 21 - O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Gilmar Sossella (PDT), está sendo investigado pela Polícia Federal por crime eleitoral. De acordo com a denúncia, o coordenador da campanha do candidato e superintendente-geral da Assembleia Legislativa, Artur Alexandre Souto, estaria pressionando funcionários a comprarem convites de R$ 2,5 mil para um jantar de arrecadação de fundos para a campanha do candidato. O evento acontece na próxima quarta-feira (03) na churrascaria Galpão Crioulo. Ex-prefeito de Tapejara, Sossella tenta seu terceiro mandato consecutivo como deputado estadual.

Nelson Delavald Junior, que chefiava o setor de Comissões da Casa, teria sido um dos que perderam a Função Gratificada (FG), por se negar a comprar o convite. Ele confirmou ao Sul21que prestou depoimento sobre o caso à Polícia Federal, mas preferiu não entrar em detalhes. Souto nega que funcionários tenham sofrido ameças ou perdido FGs por se recusarem a comprar os convites. “O tempo todo tem movimentação de pessoal, exoneração e contratação”, disse ele. Souto garantiu também que a substituição de Delavald Junior nada tem a ver com o caso. “Houve uma troca de posição normal dentro do processo. Além disso, a pessoa que assumiu no lugar dele também não comprou o convite”, afirmou.

De acordo com Souto, Sossella nunca teve grandes financiadores de campanha. Então, no seu entendimento, é natural recorrer a “amigos, familiares, empresários, agricultores”. O coordenador de campanha disse ainda que a equipe está tranquila, já que comunicou o jantar previamente ao TRE e vem identificando os recibos de doação. “O jantar é uma forma de confraternização daqueles que auxiliaram”, disse ele.

O procurador regional eleitoral Marcelo Beckhausen afirmou que o assunto está sob sigilo e que não irá comentar.

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